Arte e Cultura

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Viseu: festival TRiP, este sábado, encerra com Sérgio Godinho no Parque Linear do Rio Pavia

 

O Festival TRiP está de regresso ao Parque Linear do Rio Pavia, em Viseu, este sábado (12 de setembro), sob o mote “Um Lugar de Encontros". A programação, a partir das 11h00, inclui teatro de marionetas, música, dança e circo contemporâneo, cinema para os mais novos e canção de autor, com destaque para o espetáculo de Sérgio Godinho com o pianista Filipe Raposo.
Reunindo nomes da cultura contemporânea a par de projetos participativos, com propostas dirigidas a públicos de todas as idades, o festival promove o convívio intergeracional, a diversidade cultural e o fortalecimento dos laços entre comunidade, território e cultura.
Na música, o programa inclui os projetos Laurindinhas Libertam a Sua Voz, BLS City e Gira Sol Azul.
O coletivo WeTumTum percorre o parque com “Musko”, espetáculo musical itinerante inspirado na floresta.
A programação inclui ainda o espetáculo de marionetas “Ai de Mim, Ai do Eu”, da Trupe Fandanga.  Para o público mais jovem, o festival apresenta o Cinema Insuflável. O encerramento fica a cargo de Sérgio Godinho, acompanhado pelo pianista Filipe Raposo. A entrada é livre.

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Teatro Viriato, em Viseu, apresentou nova temporada até ao final do ano

“Dar mais tempo ao presente” é a proposta do Teatro Viriato, em Viseu, para a temporada de setembro a dezembro deste ano. Até ao final de dezembro, 25 atividades cruzam criação contemporânea, memória, participação, acessibilidade e diálogo internacional em Viseu. 
"Num momento em que o tempo se apresenta cada vez mais fugaz, e em que parece ser cada vez mais difícil contrariar isso, acreditamos que é necessário, ou mesmo obrigatório, criar espaço para contrariar esta aceleração. Nesta temporada, há uma dramaturgia clara, uma ideia que atravessa toda a programação e que, de alguma forma, é também uma proposta que fazemos a quem nos visita: Dar mais tempo ao presente. E se, por um lado esta afirmação pode parecer um cliché, a nosso ver, neste momento, neste tempo em que nos encontramos, é sem dúvida uma ideia que queremos sublinhar: dar mais significado ao tempo, ao nosso tempo individual, mas também ao nosso tempo coletivo", afirma  António M Cabrita, diretor de Programação do Teatro Viriato.
A nova temporada, que inicia a 19 de setembro com a apresentação de “Promised Valley Conference Center”, de Mickaël de Oliveira, aposta fortemente na criação contemporânea portuguesa, com sete coproduções, cinco produções próprias e sete residências. Entre os destaques, a estreia de “Quimera”, da companhia Caótica, nos dias 30 e 31 de outubro, uma criação de Caroline Bergeron que recorre ao teatro de sombras e à projeção vídeo para refletir sobre feminilidade e identidade. 
A memória histórica e a sua relação com o presente constituem outra das linhas centrais da programação. Através do olhar dos artistas, a programação propõe um olhar crítico sobre o passado e de como este encontra novamente espaço na sociedade contemporânea. Exemplo disso será a apresentação de “Caminho do Céu”, de Rita Cabaço, a 6 de novembro, um espetáculo sobre a fragilidade humana, campos de concentração e violência. A parceria com o Cine Clube de Viseu e o festival Vistacurta irá proporcionar uma viagem a uma das mais marcantes farsas políticas do Estado Novo, com a exibição do filme “Pai Nosso – Os Últimos Dias de Salazar”, de José Filipe Costa, a 13 de outubro. 
O programa reforça igualmente o diálogo internacional, com propostas de diferentes geografias e linguagens artísticas. Na música, o Teatro Viriato será palco para a fusão de sonoridades do duo catalão Tarta Relena (24 de outubro) e para o country alternativo dos norte-americanos Lambchop (21 de novembro). Na dança, “Vagabundus”, do coreógrafo Idio Chichava, convida o público a aproximar-se dos rituais de dança do povo Makonde e de canções moçambicanas.    
Destaque para “A Invenção da Natureza” (26 e 28 de novembro), de Ana Bento, Bruno Pinto, Joana Providência e Maria Mónica, uma peça com sessões para famílias e para escolas que aborda a relação entre o ser humano e o ambiente. Regressam também à programação projetos como o K Cena – Projeto de Teatro Jovem.
A programação inclui ainda visitas guiadas, conversas pós-espetáculo, projetos de participação comunitária e iniciativas desenvolvidas em colaboração com estruturas e artistas locais.

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Nelas: Festival 'Habitua-te' leva artes de rua e reflexão sobre a 'Justiça' a Carvalhal Redondo

A “Justiça” serve de mote à 12.ª edição do Festival de Artes de Rua "Habitua-te" em Carvalhal Redondo, no concelho de Nelas.
A abertura oficial do festival acontece, no sábado (25 de julho), com uma produção do Teatro Hábitos. Uma peça de teatro de rua construída com a comunidade local. Segundo a organização, o conceito da justiça assume o papel principal da narrativa, materializado visualmente num cenário impactante dominado por uma balança gigante.
Para além do envolvimento comunitário, o festival apresenta uma programação eclética que cruza diferentes disciplinas artísticas. Durante os dois dias, o público poderá assistir a concertos de música, espetáculos direcionados para famílias, exibições de clown e performances de novo circo. Um dos destaques do cartaz é a presença do Teatro do Montemuro.
“O Festival de Artes de Rua reafirma-se assim como um ponto de encontro entre a arte e os cidadãos, descentralizando a cultura e promovendo o diálogo social através das artes performativas”, refere a organização. A entrada para as atividades é livre. 

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Até 19 de julho, o Jazz é rei, em Viseu, em mais uma edição do Festival Que Jazz é Este

Viseu recebe a 14.ª edição do Festival Que Jazz É Este? entre esta quarta-feira e 19 de julho, levando o jazz a diferentes espaços da cidade antes de concentrar a programação principal no Parque Aquilino Ribeiro, nos dias 18 e 19.
O programa principal arranca no sábado, 18 de julho, às 17h30, com Songsayer, projeto de Rita Maria e Nuno Costa, que apresenta um concerto intimista onde voz, guitarra, eletrónica e improvisação recriam canções marcantes do percurso artístico de ambos. Os dois músicos são também os responsáveis pela orientação do 18.º Workshop de Jazz de Viseu.
Às 19h00 sobe ao palco Azul Piscina, o mais recente projeto do baterista viseense Miguel Rodrigues. Um dos momentos mais aguardados desta edição acontece às 21h30, com a atuação da cantora brasileira Maria Luiza Jobim, que traz a Viseu um espetáculo onde a MPB, a eletrónica e o jazz se cruzam numa linguagem contemporânea.
A noite termina a partir das 23h00 com uma edição especial da DANCETERIA, projeto da companhia Mochos no Telhado.
No domingo, 19 de julho, a programação recomeça às 17h30 com o Hugo Santos Quintet.
O encerramento da 14.ª edição está marcado para as 19h00 e reúne Omar, uma das vozes mais reconhecidas da soul britânica, e a Gira Big Band, coletivo de jovens músicos da região de Viseu dirigido por João Martins.
Além dos concertos, o Parque Aquilino Ribeiro acolhe emissões especiais de rádio ao vivo com Sandra Rodrigues, Filipa Fróis e a dupla Daniela Madaleno e Pedro Coutinho, a apresentação do livro Chave Mestra, do guitarrista viseense Luís Lapa, e um mercado de livros e discos.
A programação inclui ainda iniciativas como o Jazz ao Domicílio, que leva atuações ao Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, ao Internato Dr. Vítor Fontes e ao Estabelecimento Prisional de Viseu, o Jazz na Rua, o programa em Várzea de Calde, o 18.º Workshop de Jazz de Viseu, jam sessions no Carmo'81 e a oficina Cartazes Animados, orientada por Beatriz Rodrigues, que decorre a 11 de julho, às 15h00, na nova sede da Gira Sol Azul, na Rua Direita.

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Até final deste mês, o espetáculo 'Circo Uva Passa' chega a 11 freguesias do concelho de Viseu

Durante este mês de julho, o espetáculo Circo Uva Passa, do projeto artístico O-fatwong, vai percorrer 11 freguesias do concelho de Viseu, numa digressão composta por 14 espetáculos de entrada livre. Resultado de uma coprodução entre a Ganso Manso e a Ritual de Domingo (RdD), a digressão integra as comemorações dos 10 anos da RdD, reforçando o compromisso da associação com a descentralização cultural e o acesso das comunidades à criação artística contemporânea. Em cena estarão Ivo Nicolau, jovem artista pluridisciplinar formado no Instituto Nacional de Artes do Circo, e Fernando Queiroz, músico e criador na área da experimentação sonora. Ao longo de um percurso que passa por largos, campos da bola, adros e praças, os dois artistas apresentam um espetáculo de novo circo que dialoga diretamente com os lugares onde acontece, apropriando-se das características para construir uma experiência única em cada freguesia.
De acordo com a organização, mais do que um espetáculo itinerante, Circo Uva Passa é uma instalação performativa onde circo, música experimental, vídeo e movimento se cruzam numa investigação artística sobre a paisagem contemporânea. Segundo os criadores, o espetáculo "desmancha o tradicional e propõe novas interpretações do que era para o que é", reinventando os espaços e as sonoridades num exercício contínuo de transformação. O resultado é uma paisagem manipulada, onde o circo deixa de ser apenas espetáculo para se tornar matéria de experimentação artística. "Com uma abordagem autoral e assumidamente experimental, este espetáculo investiga o cruzamento entre diferentes linguagens artísticas numa viagem deambulante, quase como se os intérpretes fossem saltimbancos, e que esperamos que chegue tanto às comunidades locais como aos muitos emigrantes que por esta altura visitam o concelho", sublinha Cristóvão Cunha, da direção da Ritual de Domingo. A digressão começa esta quinta-feira (2 de julho) em Rio de Loba e termina no Rossio, em Viseu, no dia 31 de julho.

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Mangualde: Quintela de Azurara acolhe, no sábado, mais um Festival de Folclore

A aldeia de Quintela de Azurara, no concelho de Mangualde, recebe no sábado (4 de julho), pelas 21h00, a 30.ª edição do Festival de Folclore, promovido pelo Rancho Folclórico "Os Azuraras".
A iniciativa decorre no Adro da Capela da Senhora da Esperança, reunindo grupos de diferentes regiões de Portugal e também de Espanha.
Além do grupo anfitrião, o festival conta com a participação do Rancho Folclórico da Casa do Povo de Alpiarça, representando o Ribatejo, do Rancho Folclórico de Gandra, de Paredes, e da Asociación Cultural Coros y Danzas Los Torronchos, proveniente de Segóvia, Espanha.

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Companhia Nacional de Bailado apresenta-se no Teatro Viriato, esta sexta-feira

A Companhia Nacional de Bailado (CNB) apresenta “Only Duos”, esta sexta-feira (29 de maio), às 21h00, no Teatro Viriato, em Viseu.
De acordo com o Teatro Viriato, “Only Duos” reúne duos de coreógrafos que exploram múltiplas linguagens coreográficas, do clássico ao contemporâneo, evidenciando a versatilidade técnica e interpretativa dos seus bailarinos. “Através de diferentes linguagens coreográficas e abordagens estéticas, o programa explora relações humanas em movimento, do conflito à harmonia, da dependência à autonomia, num diálogo constante entre corpo, espaço e música”, explica.
No programa são apresentadas três obras que entram para o repertório da CNB, “O Espectro da Rosa”, de Michele Fokine, o dueto do bailado “Le Parc”, de Angelin Preljocaj, e “Swan Lake Dream”, de Filipe Portugal. A estas obras juntam-se novas criações em estreia absoluta de Miguel Ramalho, Wubkje Kuindersma e Joseph Toonga. 

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Tondela: Trigo Limpo ACERT estreia 'Carrossel', para assinalar os 50 anos da coletividade (c/ áudio)

Para assinalar os 50 anos de atividade da ACERT, a coletividade de Tondela estreia o espetáculo “Carrossel”, esta sexta-feira (22 de maio).
A nova criação reflete sobre o tempo, a renovação, o coletivo e a necessidade constante de recomeçar.
“Carrossel” assume-se como uma reflexão sobre a criação artística, a vida em comunidade e os desafios de continuar a construir coletivamente, como realça Pompeu José, ator do espetáculo e diretor artístico da ACERT.
O espetáculo surge integrado nas comemorações dos 50 anos da ACERT e procura refletir os valores de comunidade, participação e reinvenção que marcam o percurso da instituição, como explica o encenador. Segundo Graeme Pullyen, “Carrossel” parte do desafio de transformar meio século de criação teatral numa experiência cénica contemporânea.

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Viseu: Teatro Viriato recebe a peça 'Suplicantes', de Sara Barros Leitão

No sábado (23 de maio), às 17h00, a encenadora Sara Barros Leitão apresenta no Teatro Viriato, em Viseu, a peça de teatro “Suplicantes”. “Suplicantes” é uma sessão acessível com Língua Gestual Portuguesa integrada na encenação.
A partir de “As Suplicantes”, de Ésquilo, Sara Barros Leitão constrói uma nova reflexão cénica sobre fronteiras, deslocação, hospitalidade e pertença no contexto da Europa contemporânea. Na peça que irá subir ao palco do Teatro Viriato, o mito antigo serve como ponto de partida para interrogar o presente. O espetáculo convoca questões políticas e humanas urgentes: quem tem direito a atravessar uma fronteira? O que significa acolher? Como se constrói uma comunidade? E que contradições existem entre os valores humanistas europeus e a realidade das suas políticas migratórias?
Entre a memória do teatro clássico e a violência silenciosa da atualidade, “Suplicantes” procura criar um espaço de reflexão coletiva sobre responsabilidade, exclusão e empatia.  

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Viseu: 'MUDAR' é a nova peça do Teatro Viriato, esta sexta-feira e sábado

O espetáculo “MUDAR”, que surge a partir da obra homónima da ilustradora Ana Ventura, sobe ao palco do Teatro Viriato, em Viseu, esta sexta-feira e sábado (15 e 16 de maio). A criação coletiva , do ator e encenador Marco Paiva, do músico Filipe Raposo e da própria ilustradora Ana Ventura, propõe uma reflexão sensível e urgente sobre o ato de mudar, por dentro e por fora.  
Mais do que uma narrativa sobre deslocação geográfica, a criação artística mergulha no território íntimo da transformação, questionando: Quando decidimos mudar, o que acontece dentro de nós? E à nossa volta? Será que uma língua pode transformar um corpo? E de quantas línguas precisamos para criar um lugar? 
A partir de uma linguagem profundamente visual, sonora e corporal, “MUDAR” acompanha a jornada de uma figura Amarela que, imersa no seu quotidiano igualmente Amarelo, decide partir. “Deste ato de partir, começa a nascer um território policromático, que afirma a urgência de crescermos na riqueza da diversidade que estrutura os lugares”, explica Marco Paiva. 
O espetáculo assume-se como uma viagem sensorial, onde sons, cores, gestos e encontros se entrelaçam. A dimensão sonora cruza instrumentos de diferentes origens, evocando paisagens culturais distintas e ampliando a ideia de travessia. “Se por um lado “MUDAR” aponta a pluralidade e a travessia como mote dramatúrgico a partir do seu lugar mais visual, desafia-nos a descobrir essa mesma pluralidade na paisagem sonora, cruzando instrumentos de berços distintos que nos trazem sonoridades que, por si, atestam inspirações de diferentes cantos do Mundo”, refere o encenador.  
No corpo, a expressividade ganha forma através da Língua Gestual Portuguesa, da mímica, do Visual Vernacular, do teatro físico e da dança, transformando o corpo num território vibrante e universal. 
O espetáculo conta com duas sessões: uma na sexta-feira, às 10h30, destinada a escolas e instituições, e outra no sábado, às 17h00, destinada ao público geral. 

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Viseu: projeto de Teatro jovem do Teatro Viriato estreia a peça '2062'

O “K Cena - Projeto de Teatro Jovem”, promovido pelo Teatro Viriato, em Viseu, estreia, esta quarta, quinta e sexta-feita (15, 16 e 17 de abril), a peça “2062”, um espetáculo que cruza passado, presente e futuro para refletir sobre liberdade, emoção e resistência, numa sociedade cada vez mais dominada pela tecnologia. Nesta edição do projeto, o encenador João Branco divide a cocriação da peça com 14 jovens da região de Viseu, com idades entre os 15 e os 26 anos. 
A peça acompanha um grupo de jovens que descobre cartas manuscritas por si próprios 36 anos antes, revelando memórias, afetos e sonhos que persistem, mesmo num contexto social marcado pela crescente automatização e pelo controlo.
“O amor e a liberdade são formas de resistência a estilos de vida que nos estão a ser impostos não só pelos algoritmos, mas sobretudo por quem controla os algoritmos e tem o monopólio dos portais tecnológicos, em relação aos quais já ninguém vive sem. Embora estes sejam de uma utilidade grande, e que não é inocente, isso não deixa de fazer com que controlem a nossa existência. O ‘Grande Irmão’ já está aí instalado. Daí também a vontade de retratar um universo pessimista, mas sempre com uma perspetiva de uma luz ao fundo do túnel, da esperança que nos é dada principalmente pelos afetos, pelo amor, pelos abraços. Tudo coisas que são proibidas no mundo distópico que colocamos em palco”, explica o encenador João Branco. 
Resultado de um processo criativo desenvolvido ao longo de seis meses, o espetáculo reflete também o empenho, a entrega e a visão crítica dos 14 jovens intérpretes. “2062” é, assim, o retrato de uma geração pressionada pelas exigências do presente, mas que recusa abdicar da sua humanidade.
“O lado visual desta peça vai ser muito impactante. Estou expectante para ver como as pessoas reagem a este universo distópico e às linhas de rompimento dessa organização extremamente controlada. De um sistema que também reage às suas “imperfeições”. E que para nós, obviamente, não são imperfeições”, refere.  

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Viseu: Festival 'Que Jazz é este' anuncia primeiros nomes. Evento acontece em julho

Maria Luiza Jobim, Azul Piscina e 18º Workshop de Jazz de Viseu são as primeiras confirmações conhecidas da 14ª edição do Festival Que Jazz É Este. O evento acontece de 8 a 19 de julho, com uma programação que inclui residências artísticas, concertos, rádio ao vivo, jazz ao domicílio, jazz na rua, oficinas, jam sessions, dj sets e um mercado de livros e discos.
Maria Luiza Jobim apresenta-se no Parque Aquilino Ribeiro no dia 18 de julho, com uma sonoridade que oscila entre a MPB, a eletrónica e o jazz.
No mesmo dia, está também confirmada a apresentação de Azul Piscina, o mais recente projeto liderado pelo baterista viseense Miguel Rodrigues. Ainda de 15 a 17 de julho, o  Teatro Viriato recebe o 18º Workshop de Jazz de Viseu, orientado por Rita Maria e Nuno Costa,.O workshop é dirigido a estudantes de música e propõe uma imersão intensiva no universo do jazz e da música improvisada. Ao longo de três dias, os participantes exploram a prática coletiva, a construção de arranjos e a improvisação, culminando numa apresentação pública que reflete o trabalho desenvolvido.

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Festival Internacional de Música da Primavera arranca, esta quinta-feira, em VIseu (c/ áudio)

Entre esta quinta-feira (2 de abril) e 26 de abril, Viseu recebe o 19º Festival Internacional de Música da Primavera, numa organização do Conservatório de Música Dr. Azeredo Perdigão. A cidade vai acolher 21 concertos distribuídos por nove salas, num percurso que vai da música antiga à música contemporânea.
Este ano, o evento conta com três peças em estreia e também, pela primeira vez em Viseu, o “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen, como anunciou o diretor pedagógico do conservatório, José Carlos Sousa.
O festival abre e fecha com música de orquestras, ou seja, esta quinta-feira com a repetente Orquestra XXI. No dia 26 de abril, o festival encerra com a Orquestra das Beiras.
José Carlos Sousa realça ainda os concertos protagonizados pelos alunos laureados do conservatório. Além da música, haverá também ‘masterclasses’, palestras, oficinas e a sétima edição do Concurso Internacional de Guitarra. Este ano, o evento volta a promover os concertos pedagógicos, junto do público que não consegue deslocar-se aos locais dos concertos. 

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Jovens de Viseu estreiam repertório musical desenvolvido no âmbito do projeto 'Três Tempos'

Ao longo de seis meses, nove jovens de Viseu participaram na segunda edição do projeto “Três Tempos”. O percurso artístico e colaborativo, que contou com a orientação, em Viseu, dos músicos Xullaji e Bruno Pinto, culmina com a estreia em palco, na quinta-feira (02 de abril) às 19h00, no Teatro Viriato.   
Acompanhados pelos músicos Xullaji, uma referência do hip-hop português, e Bruno Pinto, músico de Viseu e corresponsável pela associação cultural Gira Sol Azul, os jovens foram desafiados a mergulhar num processo criativo que cruzou composição musical, escrita, recolha de sons e reflexão cultural. Ao longo das sessões, foi objetivo não apenas explorar a dimensão artística, mas também promover o diálogo, o pensamento crítico e a partilha de experiências individuais. 
O resultado traduz-se num conjunto de criações musicais que refletem a riqueza e a diversidade do grupo. Entre beats e melodias mais pop com influências do rock e do rap, entre outros estilos, emergiram composições que cruzam diferentes universos estéticos, ultrapassando barreiras e afirmando uma identidade coletiva. As letras, por sua vez, nascem de inquietações pessoais e de uma atenção ao mundo contemporâneo, abordando temas como as relações interpessoais, o crescimento individual, a guerra, a política, o isolamento social e a afetividade. 
Mais do que um concerto, “Três Tempos” destaca-se pelo impacto imediato junto dos jovens envolvidos, ajudando a desenvolver a sua criatividade. A experiência vivida ao longo destes seis meses evidencia o valor da colaboração, da escuta e da construção conjunta, deixando nos participantes ferramentas fundamentais como o foco, a autonomia criativa e a confiança para traçar o seu próprio caminho. 
“Três Tempos” é um projeto desenvolvido em simultâneo pelo Teatro Viriato, Theatro Circo (Braga) e Culturgest (Lisboa). No dia 18 de abril, a Culturgest será palco para a reunião dos três grupos, com uma apresentação final de todos os participantes.

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Festival Internacional de Música da Primavera de Viseu regressa a 02 de abril (c/ áudio)

Entre os dias 02 e 26 de abril, Viseu recebe o 19º Festival Internacional de Música da Primavera, numa organização do Conservatório de Música Dr. Azeredo Perdigão. A cidade vai acolher 21 concertos distribuídos por nove salas, num percurso que vai da música antiga à música contemporânea.
Este ano, o evento conta com três peças em estreia e também, pela primeira vez em Viseu, o “Quarteto para o Fim dos Tempos”, de Olivier Messiaen, como anunciou o diretor pedagógico do conservatório, José Carlos Sousa.
O festival abre e fecha com música de orquestras, ou seja, no dia 02 de abril, com a repetente Orquestra XXI, com a direção de Dinis Sousa. No dia 26 de abril, o festival encerra com a Orquestra das Beiras.
José Carlos Sousa realça ainda os concertos protagonizados pelos alunos laureados do conservatório. Além da música, haverá também ‘masterclasses’, palestras, oficinas e a sétima edição do Concurso Internacional de Guitarra. Este ano, o evento volta a promover os concertos pedagógicos, junto do público que não consegue deslocar-se aos locais dos concertos. 
O 19º Festival Internacional de Música da Primavera conta com um orçamento de 180 mil euros. A autarquia de Viseu apoia com 100 mil euros.

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Formiga Atómica apresenta 'Só Mais Uma Gaivota' no Teatro Viriato, na sexta-feira

A companhia Formiga Atómica, dirigida por Inês Barahona e Miguel Fragata, apresenta, na sexta-feira (13 de março), às 21h00, no Teatro Viriato, a peça de teatro “Só Mais Uma Gaivota”. Partindo da obra clássica “A Gaivota”, de Anton Tchékhov, a criação expande-se para além do palco e integra também a exibição do documentário “Gaivotas em Terra”, no dia seguinte (sábado), às 16h00. 
Em 2005, no palco do Teatro Helena Sá e Costa (ESMAE; Porto), um grupo de jovens artistas apresentava "A Gaivota", de Anton Tchékhov, terminando o percurso enquanto alunos, num misto de expectativas e angústias em relação ao seu futuro profissional.  
Passados exatamente 20 anos, Miguel Fragata, um desses jovens atores, parte em busca do destino dos colegas. No terreno híbrido da ficção e da realidade, constrói o espetáculo "Só Mais Uma Gaivota", onde procura o destino das personagens-artistas, depois de descido o pano e escrita a palavra “fim”.  
“Conheci «A Gaivota», algures durante o curso de teatro, juntamente com outras peças de Tchékhov. Mas foi realmente naquele Verão de 2005 que fiquei a conhecer «A Gaivota», de uma forma completa e profunda. Foi esse texto que criou pela primeira vez a sensação de que o teatro podia dialogar com a realidade. Ao longo dos anos, «A Gaivota», acompanhou-me no meu percurso enquanto artista, no desejo latente de um dia regressar a esse texto, mas enquanto espetador também, de uma forma regular”, partilha o ator. 
“Foi uma tecelagem complexa. Por um lado, há a tendência para sacralizar o texto de Tchékhov, que permanece praticamente intocado nos excertos que vão surgindo no espetáculo, embora, por exemplo, a existência de diferentes traduções nos tenha feito questionar em qual delas estava o verdadeiro Tchékhov. Aliás, o confronto com inúmeras adaptações, confirmou aquilo que intuímos: um texto clássico sobrevive na sua essência, ou melhor, até revive na sua essência com esse gesto tantas vezes condenado por iconoclasta, que é o de lhe encontrar novas leituras e sentidos fortes”, explica Inês Barahona.
A apresentação no dia 13, no Teatro Viriato, é uma sessão acessível que conta com Audiodescrição e Língua Gestual Portuguesa, permitindo uma experiência cultural mais inclusiva.  

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Lamego: Entrudo de Lazarim sai à rua na Terça-Feira Gorda

A vila de Lazarim, no concelho de Lamego, volta a celebrar o Entrudo. Este ano, o programa de eventos é, segundo a autarquia,  rico e variado para continuar a manter viva a tradição ancestral e mostrar o trabalho meticuloso dos artesãos locais.
A Terça-Feira Gorda (17 de fevereiro) é o momento mais alto do Entrudo de Lazarim, com todas as atenções viradas para a leitura pública dos testamentos da “comadre” e do “compadre” e para a saída dos novos caretos à rua.
Marcadas por expressões carrancudas ou demoníacas, acentuadas por orelhas bicudas, cornos afiados, pequenas barbichas, cobras ou sardões, as tradicionais máscaras prometem surpreender os visitantes.
O programa fica completo com a exibição do documentário “O Diabo do Entrudo” de Diogo Varela (CIMI), um Encontro de Artesãos, o Desfile de Carnaval e a Queima do Entrudo Velho, o Raid Fotográfico, o Dia dos Caretos de Lazarim e a oferta da Feijoada e do Caldo de Farinha, entre outras atividades.
Num ambiente de folia, a tradição termina com a queima da “comadre” e do “compadre”, um ato que simboliza a expulsão dos maus pensamentos e a purificação das mentes.
O Entrudo de Lazarim é organizado pela Junta de Freguesia de Lazarim, com o apoio do Município de Lamego.

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Nelas: Bairro da Igreja faz o Carnaval com oito carros alegóricos e centenas de foliões (c/ áudio)

A Associação do Bairro da Igreja, de Nelas, volta, este ano, a cumprir a tradição do Carnaval com o desfile pelas ruas da vila, este domingo e na terça-feira de Entrudo.
Este ano, a coletividade conta oito carros alegóricos e mais de 300 figurantes.
A presidente da coletividade, Raquel Minhoto, realça que o número de participantes aumentou, prometendo muita cor, alegria e animação pelas ruas da vila de Nelas.
O corso do Bairro da Igreja sai à rua na tarde deste domingo e na terça-feira de Carnaval , dia em que os dois bairros da vila de Nelas trocam de rainha.
Na quarta-feira de Cinzas acontece ainda o enterro do entrudo.

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Mangualde: espetáculo “Sempre que a Revista Canta!” sobe ao palco dia 20 de fevereiro

O Auditório do Complexo Paroquial de Mangualde acolhe, no dia 20 deste mês, às 21h00, o espetáculo “Sempre que a Revista Canta!, levado a palco pelo grupo Sonhos em Cena. De acordo com a organização, a noite promete muita música e humor com um elenco composto por nomes conhecidos como Cidália Moreira, Maria Tavares, Raquel Caneca e Vítor Emanuel.
Com encenação de Ricardo Miguel, textos de Renato Pino, Rogério Fonseca e Tiago Torres da Silva, e músicas de Carlos Dionísio, a revista aposta numa combinação de crítica social, boa disposição e algumas melodias.
Os bilhetes podem ser adquiridos em https://2ticket.pt/cmmangualde/

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Nelas: Carnaval do Rossio de Canas de Senhorim promete mais foliões e carros alegóricos (c/ áudio)

A União Cultural e Recreativa do Rossio, em Canas de Senhorim, promete brilho e brio no desfile de Carnaval, este domingo e terça-feira. A coletividade está a ultimar os preparativos para assinalar o Carnaval, já a partir deste sábado (14 de fevereiro).
Para este ano a associação promete mais foliões e carros alegóricos.
Celeste Borges, a presidente da coletividade contou à Dão Digital que cada folião se apresenta ao próprio gosto, sem imposição de um tema.
A partir de sábado são várias as atividades previstas, que apenas terminam na Quarta-feira de Cinzas.
O destaque vai para as noites de animação e muita música, o despique, na segunda-feira, entre as duas associações que representam a vila de Canas de Senhorim, entre outras atividades.
Em Canas de Senhorim, o Carnaval é feito pela União Cultural e Recreativa do Rossio e pela Associação Recreativa e Cultural do Paço.

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Nelas: corso da Associação do Paço de Canas de Senhorim vai contar com quase mil foliões (c/ áudio)

Caia chuva ou faça sol, a Associação Recreativa e Cultural do Paço de Canas de Senhorim vai sair à rua este domingo e também na terça-feira de Carnaval (15 e 16 de fevereiro)
Cerca de mil pessoas vão desfilar no corso carnavalesco da coletividade, acompanhados de seis carros alegóricos.
Ricardo Cruz, o presidente da associação do Paço, diz que está tudo preparado para os vários dias de festa. A par dos desfiles, a festa carnavalesca começa no sábado com as Noites de Carnaval, estendendo-se para domingo e segunda-feira
Para além dos tradicionais desfiles pelas ruas de Canas de Senhorim, a festa da Associação do Paço começa no sábado com os Karetus, os Vertice e Dj`s. No domingo, a folia é feita com os Insert Coin e Dj`s e na segunda-feira sobem ao palco os Sons do Minho.
Em conjunto com a Associação do Rossio, Canas de Senhorim acolhe ainda a Segunda-feira das Velhas, o tradicional Despique no dia de Carnaval e na quarta-feira de Cinzas ainda a Batatada e a Queima do Entrudo.

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Viseu: peça de Sara de Castro lança olhar feminista sobre a justiça , no Teatro Viriato

Refletir sobre a complexidade da justiça, partindo de uma perspetiva feminina e feminista, é o exercício que coloca a peça de teatro “Justiça Cega”, de Sara de Castro, que sobe ao palco do Teatro Viriato, em Viseu, na sexta-feira (13 de fevereiro), às 21h00.
Através de uma narrativa incisiva e de personagens profundamente humanas, o espetáculo convida o público a questionar até que ponto a justiça é imparcial e quem paga o preço quando deixa de o ser. 
A partir da tragédia “Medeia”, do mito de La Llorona e da ficção que convoca a figura de um filicídio, o espetáculo propõe um exercício de discussão e imaginação sobre outras formas de olhar para a justiça. Através de uma dramaturgia tensa, “Justiça Cega” cruza dilemas éticos, relações de poder e fragilidades, enquanto aborda o funcionamento da justiça, os jogos de poder e as consequências humanas dos seus limites.  
Com a peça, Sara de Castro abre espaço para o debate e a reflexão crítica sobre questões sociais urgentes e universais, mas também sobre a verdade que é tantas vezes construída, interpretada e manipulada.   
“Justiça Cega” reforça o papel do teatro enquanto lugar de reflexão cívica e consciência coletiva, sublinhando a sua relevância cultural e social no panorama artístico atual.  
Estreado no São Luiz Teatro Municipal, em Lisboa, o espetáculo faz a primeira paragem da digressão no Teatro Viriato, no dia 13 de fevereiro, às 21h00.

Arte e Cultura
Nelas: Associação Cimo do Povo faz o Carnaval com seis carros alegóricos e muitos foliões (c/ áudio)

Em contagem decrescente para a folia de Carnaval, a Associação Cimo do Povo de Nelas está a ultimar os preparativos para o desfile do próximo domingo e terça-feira (15 e 17 de fevereiro).
Este ano, ainda com a incerteza do estado do tempo, a coletividade volta a sair à rua com seis carros alegóricos e mais de 300 figurantes, como dá conta Xavier Gouveia, o presidente da associação.
Quanto ao tema escolhido para o desfile, Xavier Gouveia não levanta o véu, apenas promete cor, alegria e, como diz, um Carnaval diferenciado.
Pelas diversas ruas da vila de Nelas são esperadas, no domingo e terça-feira, milhares de pessoas.

Arte e Cultura
Nova temporada do Teatro Viriato inicia, esta sexta-feira, com novo trabalho do músico Luca Argel

O Teatro Viriato, em Viseu, abre a nova temporada, esta sexta-feira (06 de fevereiro), com o lançamento do disco de Luca Argel, às 21h00. “O Homem Triste” é considerado pelo músico, poeta e escritor luso-brasileiro o projeto mais íntimo e ousado, que mergulha nas profundezas da saúde mental masculina e na política das emoções. 
Neste novo trabalho, Luca Argel fala de amor próprio, da amizade, da família, do direito a sentir, a falhar, a ser vulnerável. Deixa um convite à escuta e à empatia e, essencialmente, um gesto artístico de enorme profundidade, beleza e propósito. 
Produzido por Moreno Veloso, filho de Caetano Veloso e um dos nomes mais influentes da atual música brasileira, o disco foi gravado no Rio de Janeiro, no estúdio Companhia dos Técnicos, materializando-se num álbum “mapa-objeto-canção” e num espetáculo musical de forte carga poética e emocional. 
Acompanhado pela habitual banda, Luca Argel propõe um concerto poético, onde canções originais se fundem com conteúdos visuais que ampliam a experiência sensorial e reflexiva. “O Homem Triste” é, assim, uma travessia emocional sobre o que significa sentir, amar e curar-se — transformando dor em beleza e escuta em arte. 

 

Arte e Cultura
Viseu: Teatro Viriato com 40 atividades para a temporada entre fevereiro e julho (c/ áudio)

A nova programação do Teatro Viriato, em Viseu, vai contar, entre fevereiro e julho, com quatro estreias, sete coproduções, cinco residências artísticas, entre outras atividades com oito parcerias com diversos agentes culturais. As novas propostas foram apresentadas pelo diretor de programação António Cabrita, esta terça-feira (20 de janeiro).
De acordo com o responsável, as 40 atividades previstas para os próximos seis meses reforçam o papel do Teatro Viriato enquanto estrutura de serviço público.
Com o objetivo de aproximar artistas e públicos, o Teatro Viriato vai lançar a iniciativa ‘Cinema de Inspiração’ (19 de maio), que permite a artistas convidados e que integram a programação a partilha, com o público, de filmes que influenciaram as respectivas criações. 
“Farsa”, de Catarina Miranda, é outro destaque do diretor artístico com uma obra coreográfica que funde a dança com as artes plásticas.
Na música, a temporada abre com o lançamento do álbum ‘O Homem Triste’, de Luca Argel (6 de fevereiro), no qual aborda temas como a saúde mental masculina, as emoções e a imposição de convenções sociais.
Também vai passar pelo palco do Teatro Viriato o espetáculo ‘TOSHiiB4’, de Luísa Guerra, projeto vencedor da 8ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço.
Estas são algumas das atividades previstas para este primeiro semestre no Teatro Viriato.

Arte e Cultura
Viseu: nova edição da mostra de dança New Age, New Time acontece entre 13 e 31 de janeiro (c/ áudio)

O Teatro Viriato, em Viseu, volta a receber, em janeiro, entre os dias 13 e 31, mais uma edição da mostra de dança New Age New Time (NANT). Para além da dança, a iniciativa, que cumpre a 14ª edição, conta também com conversas, oficinas, uma exposição e um documentário. A programação arranca com um ‘warm-up’ (aquecimento) e com “Isto não é para gente, é para besta”, uma criação e interpretação de Magda, uma artista do Porto, como  dá conta o diretor do Teatro Viriato, António M Cabrita.
A única estreia a acontecer na mostra de dança será “Sibela e Digoo”, uma criação de Tânia Carvalho e da Dançando com a Diferença, em coprodução do Teatro Viriato.
Outra proposta do Teatro Viriato é a peça “Bright Horses”, com direção artística e coreografia de Arminda Soares e Maria R Soares, e que envolve três duplas de gémeos.
Do programa constam ainda os espetáculos “Sublinhar”, uma criação e interpretação de Marta Sequeira, e “Um abraço e um beijinho”, de Ricardo Machado e João Cardoso, com o músico Pedro Salvador, numa coprodução com o Teatro Viriato, entre outras iniciativas.
A NANT de 2026 conta ainda com uma exposição de Liliana Velho, intitulada “Regenerar”, que consiste em corações, trabalhados em cerâmica e outros com matérias orgânicas.
A mostra de dança New Age New Time terá ainda uma oficina, “Reverberando”, com Wura Morais e a exibição de um documentário em parceria com o Cine Clube de Viseu. 

Arte e Cultura
Viseu: circo contemporâneo 'Heka' encerra temporada no Teatro Viriato, este sábado

O Teatro Viriato, em Viseu, encerra a temporada de setembro a dezembro com a apresentação do espetáculo de circo contemporâneo “Heka”, este sábado (13 de dezembro), às 21h00. 
Segundo o Teatro Viriato, “Heka” transporta o público para um universo hipnotizante onde a realidade se confunde com a ilusão. Quem vê é convidado para uma viagem onde os objetos aparecem e desaparecem, levitam e se transformam diante dos seus olhos. No entanto, fica a questão: o que é real e o que é apenas ilusão de ótica?
“Ao abraçar elementos da coreografia contemporânea, “Heka” reimagina a magia através das lentes da repetição, do contraponto e da finta, ou contradireção. Explora-se como os princípios da magia podem moldar a expressão coreográfica, desafiando as noções convencionais”, explica.
Com o espetáculo, a companhia desafia ainda os estereótipos de género que persistiram durante muito tempo no mundo da magia. 
“O objetivo é centralizar as mulheres e libertá-las dos papéis tradicionalmente atribuídos como assistentes sem personalidade. Ao reinterpretar os truques de magia através da linguagem coreográfica, criam-se interpretações onde as malabaristas femininas emergem como verdadeiras protagonistas. Elas já não são meros acessórios, mas artistas poderosas e talentosas que desafiam as expectativas e cativam o público com a sua habilidade e presença no palco”, explica a companhia de circo contemporâneo. 

Arte e Cultura
O barro é o tema da nova peça do Trigo Limpo teatro ACERT que estreia, em Tondela, esta sexta-feira

“Memória do Barro” é o nome da nova criação da companhia Trigo Limpo teatro ACERT, de  Tondela, concebida pela atriz Sandra Santos e pela ceramista Xana Monteiro e encenada por Pompeu José.
O espetáculo  tem estreia esta sexta-feira e sábado (5 e 6 de dezembro), às 21h30. Segundo Pompeu José, o encenador, o elemento principal da peça é o barro.
A atriz Sandra Santos realça a dureza de trabalhar o barro. Um trabalho que antigamente era realizado por mulheres. A ceramista Xana Monteiro preocupa-se em manter viva a tradição do barro negro de Molelos. Uma arte que deve ser incutida nos mais novos, como diz.
Inspirado no universo das mulheres oleiras, “Memória do Barro” conta com música de Ricardo Augusto, que usou sons produzidos a partir de objetos de barro.

Arte e Cultura
Viseu: 'Empregos Modernos' no Teatro Viriato, esta quinta e sexta-feira (c/ áudio)

O Teatro Viriato, em Viseu, estreia esta quinta e sexta-feira (27 e 28 de novembro), o espetáculo “Empregos Modernos”, pela Companhia Teatro Meia Volta. Com direção artística de Alfredo Martins e texto de Chris Thorpe, a peça convida o público a refletir sobre o trabalho nas suas formas contemporâneas, assim como as condições materiais, de mobilidade social e as relações de poder e hierarquia que existem. 
Em palco, um coro de trabalhadores  partilha a sua rotina laboral, na qual se cruzam tensões, angústias e sonhos, como explica o encenador Alfredo Martins.
Uma reflexão, no Teatro Viriato, em Viseu, que acontece a poucos dias de uma greve geral dos trabalhadores. O espetáculo “Empregos Modernos” sobe a palco, esta quinta-feira às 15h00 e sexta-feira às 21h00.
A peça conta com interpretações de Anabela Almeida, Cláudia Gaiolas, Duarte Guimarães e Sara Duarte. 

Arte e Cultura
Viseu: peça 'Quero um piano' no Teatro Viriato, na manhã deste sábado

A partir do passado pessoal e familiar do ator e músico Vahan Kerovpyan, Ana Madureira e o próprio Kerovpyan cocriaram e apresentam no palco do Teatro Viriato, este sábado (15 de novembro), às 10h30, "Quero um piano" uma peça com uma narrativa feita de coincidências inusitadas que aproximam realidades longínquas.
Em palco, estão Arménia e arménio. Arménio é nome de pessoa, mas também é nome de um povo. Arménia é nome de uma língua, mas também é nome de pessoa. O arménio, que não se chama Arménio, conta em arménio a sua história, mas ninguém percebe a sua língua. Arménia, que não é arménia e nunca foi à Arménia, vive o seu quotidiano em frente ao piano, imaginando um oriente. Mas o seu mundo só dá realmente uma volta quando de dentro do piano sai um som… diferente.
Através destas personagens — que ora são pessoa, ora representam um povo ou personificam uma língua — Madureira e Kerovpyan convidam o público a cuidar das tonalidades que temos em nós e a saber ver e ouvir as dos outros.
Uma história contada através da linguagem poética e humorística que caracteriza o trabalho desta dupla, com corpo, palavra, música e uma cenografia minimalista, em que cada objeto se desdobra em múltiplos usos e significados.

Arte e Cultura
Viseu: Teatro Viriato recebe, sábado, Jazz crioulo com Carmen Souza

A cantora, compositora e multi-instrumentista luso-cabo-verdiana Carmen Souza apresenta, no sábado (8 de novembro), às 21h00, no Teatro Viriato, o mais recente álbum.  
Intitulado “Port’Inglês”, o novo trabalho da artista fala da presença britânica em Cabo Verde e das marcas que essa presença deixou na cultura daquele país. A partir de canções de marinheiros ingleses e do folclore regional cabo-verdiano, o disco cruza ritmos tradicionais como o funaná, a contradança, a morna e a mazurca com jazz, explorando temas de identidade cultural, resistência, colonialismo, miscigenação e liberdade.  
“Depois da vasta pesquisa que fiz para a minha tese de mestrado, era impossível não expressar as minhas descobertas através da música. Imediatamente senti-me inspirada para escrever estas canções sobre existência, colonialismo e descolonização, destacando-se a ligação entre Cabo Verde e o Reino Unido. A inspiração veio de contos populares, contos do mar e até mesmo da música folclórica britânica”, refere a artista. 
No novo álbum, Carmen Souza faz-se acompanhar do baixista Theo Pascal. Há mais de duas décadas que arriscam juntos um som único, usando o jazz para criar uma nova identidade musical crioula.

Arte e Cultura
São Pedro do Sul: Festival Tradidanças já tem bilhetes à venda

O Festival de Tradições, Dança, Música e Natureza, o Tradidanças regressa a Carvalhais, no concelho de São Pedro do Sul, entre os dias 29 de julho e 2 de agosto do próximo ano.
O evento, que vai cumprir a oitava edição, é organizado pela Associação Turística e Agrícola da Serra da Arada (ATASA) em parceria com o Município de São Pedro do Sul. A programação ainda não é conhecida, mas a organização já anunciou que a bilheteira já está aberta.
O Tradidanças é um festival que acontece em espaço florestal e que reúne músicos e dançarinos, profissionais e amadores, em torno da música de raiz, portuguesa e do mundo.
Segundo a organização, o evento une o património específico do território da serra da Arada, e do concelho de S. Pedro do Sul, à riqueza da diversidade oriunda de outros lugares.
Para além da floresta que acolhe a maioria dos palcos, a igreja, a eira, a estufa e o território envolvente são igualmente espaços de programação do festival.

Arte e Cultura
São Castro e Teresa Alves da Silva apresentam, no Teatro Viriato, criação sobre o envelhecimento

O processo de envelhecimento é matéria de criação da nova peça de dança de São Castro e Teresa Alves da Silva. “hOLD”, peça que parte das experiências das duas bailarinas, sobe ao palco do Teatro Viriato, em Viseu, na sexta-feira (31 de outubro), às 21h00. 
As duas bailarinas propõem em “hOLD" uma reflexão sobre o processo de envelhecimento enquanto fenómeno pessoal e universal que enquadra dimensões de ordem física, psicológica, social e cultural. Em palco, exploram uma narrativa diferente sobre a transição, frequentemente associada a uma perda de capacidades, que contrasta com a realidade de indivíduos que, no decorrer deste processo, continuam a desempenhar um papel ativo e significativo na sociedade. Ao mesmo tempo que procuram olhar para o envelhecimento como oportunidade de valorizar o passado e desenvolver novas expressões para o futuro. 
“Para mim, o ‘hOLD’ é, antes de tudo, um espaço do presente. Não é tanto sobre a bailarina que fomos ou sobre o que ainda poderemos ser, mas sobre aquilo que o nosso corpo é agora, nesta etapa da nossa vida, quase com 50 anos. É um território onde a identidade se revela e se transforma, uma espécie de reflexão e de descoberta”, revela São Castro.
Para Teresa Alves da Silva, a peça “é um reencontro com a dança, com o movimento, com os desafios, com as amizades. “hOLD” é e foi um processo maravilhoso, difícil por vezes, mas cheio de tudo: amor, carinho e muitas gargalhadas”. E, acrescenta, “a peça é um tributo a nós, a um presente mútuo de reconhecimento, dedicação, inspiração, partilha e tantas outras coisas”, salienta a bailarina.

Arte e Cultura
Amarelo Silvestre leva peça 'Soprar para ver' ao Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego

No sábado (25 de outubro), às 18h00, a companhia Amarelo Silvestre, de Canas de Senhorim, apresenta o espectáculo “Soprar para Ver", no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego. Já esta sexta-feira, haverá duas sessões destinadas ao público escolar. 
Direcionada para famílias e crianças a partir dos oito anos, a peça, com duração de 30 minutos, pretende que "pequenos e grandes" fiquem "suscetíveis a esta forma de `não ver` o que sempre esteve lá". Partindo da história real de uma vizinha da Companhia, o espetáculo, segundo a Amarelo Silvestre, revela invisibilidades do quotidiano, através do poder do sopro.
A estreia da peça aconteceu a 3 de outubro no  LU.CA - Teatro Luís de Camões, coprodutor do projeto, com seis sessões para escolas e cinco sessões para famílias.
Este ano, o espectáculo irá, ainda, ao Theatro Circo de Braga, no dia 13 de dezembro.
Com direcção artística de Fernando Giestas, apoiado por Rafaela Santos, o espectáculo é interpretado por Inês Luzio.
“Soprar para Ver" é uma produção Amarelo Silvestre, em co-produção com o Lu.Ca, (Lisboa) e o Cine-Teatro S. Pedro (Alcanena).

Arte e Cultura
Viseu: Raquel André e Tonan Quito levam a peça 'Começar tudo outra vez' ao Teatro Viriato

O que acontece quando alguém nasce? É possível ensaiar-se uma família? São duas das perguntas que surgem com a peça “Começar tudo outra vez”, de Raquel André e Tonan Quito. Uma coprodução do Teatro Viriato, em Viseu, que é apresentada esta sexta-feira (10 de outubro), às 21h00.
Na peça, Raquel André e Tonan Quito, em palco, abordam a forma como a família tem sido representada pelo teatro ao longo dos séculos, convocando memórias, pessoas e personagens — algumas delas pessoais - para questionar narrativas sobre nascimento, morte, heranças, comunidade e redes de cuidado. Afinal de contas, educar uma criança é também um ato político e traz consigo muitas interrogações sobre o futuro.
A par com os atores em cena, “Começar tudo outra vez” foi cocriado por Bernardo de Almeida, ator e dramaturgo, com texto de André Tecedeiro, poeta, dramaturgo e artista plástico.
O espetáculo — que estreou na Culturgest, em Lisboa, em junho – passa agora pelo Teatro Viriato, antes de seguir em digressão nacional. 

Arte e Cultura
Mortágua: programa 'Noites Quentes' está de volta em outubro

Dando as boas-vindas ao Outono, as noites de cultura e animação estão de volta ao palco do Centro de Animação Cultural, em Mortágua. O programa “Noites Quentes” regressa este mês de outubro.
Nesta quarta-feira, dia 1, sobem ao palco os PHOLE TRIO. O projeto PHOLE, da autoria de João Gigante, é uma pesquisa sobre o acordeão diatónico, chamado de concertina, a que se junta Jaime Alvarez (baixo elétrico) e Vítor Lima (percussão). 
O concerto consiste numa viagem por temas originais, numa relação direta com a projeção de um filme que responde e acompanha o desenho musical do concerto.
No dia 29 o programa tem continuidade com o espetáculo “Não É Amor”, um projeto de criação artística que através da dança explora a temática da violência de género e doméstica. Esta criação original, da autoria da coreógrafa Catarina Branco, e com a participação de Bárbara Vasconcelos e Deivid Correia, lança um apelo à procura de soluções para quebrar o ciclo de violência física e emocional em contexto doméstico. 
Os espetáculos integram a programação do Município de Mortágua “Cultura`25”, que engloba vários programas de animação cultural, entre os quais o “Quintas a Rir”, dedicado ao Stand-Up Comedy, que regressa em novembro para uma nova temporada. 

Arte e Cultura
Viseu: Festival Que Jazz É Este? regressa com passagens por três aldeias, até 22 de novembro

O festival Que Jazz É Este? está de regresso para a reta final da 13ª edição, levando música e pensamento crítico a vários pontos do concelho de Viseu.
Depois das diversas iniciativas durante o verão, o festival volta com o Ciclo de Outono, com conversas e concertos, entre este sábado (27 de setembro) e 22 de novembro, com o apoio da Direção-Geral das Artes.
Com o objetivo de dar visibilidade à nova geração do jazz português, o festival lançou pela primeira vez uma chamada aberta destinada a artistas e bandas emergentes entre os 16 e os 30 anos. Maria Carvalho Trio, Barananu e ONOMA são os três projetos selecionados entre as várias propostas que chegaram de todo o país e que integram a programação.
O ciclo arranca no Centro Histórico de Viseu, este sábado, com o Coro Azul, no Museu Keil Amaral (16h00), com um repertório de canções de autores portugueses como José Afonso, José Mário Branco, Rui Veloso, Fausto e Sérgio Godinho. Segue-se Joana Raquel, que no Museu Nacional Grão Vasco (16h30) dá a ouvir Queda Áscua, um som acústico que evoca a música de câmara e acolhe a espontaneidade no conceito de canção.
A 25 de outubro, o ciclo viaja até Várzea de Calde, pelas 16h00, com um concerto do Coro Azul na capela da aldeia. No Museu do Linho, Hélder Bruno Martins conversa com Catarina Machado a partir do livro É Jazz Quando Me Chegam Lágrimas aos Olhos – José Duarte (1938-2023), seguindo-se depois um programa de rádio ao vivo em tributo a José Duarte. A tarde termina com o concerto de Maria Carvalho Trio (18h00), projeto liderado pela baterista e compositora Maria Carvalho que explora uma linguagem própria onde o jazz contemporâneo se cruza com o rock e a música eletrónica.
O encontro de 8 de novembro, em Ribafeita, abre também às 16h00 com o Coro Azul na Igreja Matriz. Depois, Nuno Costa e o guitarrista viseense Luís Lapa apresentam A Guitarra Jazz em Portugal (1940–1990), partilhando histórias e contextos que marcaram a evolução da guitarra jazz no país e Luís Lapa apresenta-se a solo. A tarde fecha com o concerto de Barananu. 
O ciclo termina a 22 de novembro, em Silgueiros de Bodiosa, com mais uma apresentação do Coro Azul na capela de Santa Marinha às 16h00. Segue-se a conversa de Joaquim Rodrigues com Luís Figueiredo em torno do trabalho Jazz, Identidade Musical e o Piano Jazz em Portugal, a que se junta um showcase do pianista. O encerramento faz-se com ONOMA.

Arte e Cultura
Nelas: antestreia de 'Soprar para Ver' é este sábado em Canas de Senhorim

“Soprar para Ver” é o espetáculo, da companhia Amarelo Silvestre, que  o auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim recebe, em antestreia, na noite deste sábado (20 de setembro). A peça, que acontece pelas 16h00 e às 21h00, é, segundo a companhia, direcionada para famílias e crianças a partir dos oito anos.
Partindo da história real de uma vizinha da Companhia Amarelo Silvestre, o espetáculo revela invisibilidades do quotidiano, através do poder do sopro.
Depois da antestreia em Canas de Senhorim, a  estreia está marcada para dia 03 de outubro no LU.CA - Teatro Luís de Camões, coprodutor do projecto, com seis sessões para escolas e cinco sessões para famílias (dias 4, 5 e 11 outubro).
De acordo com a coletividade do concelho de Nelas, após a estreia , o espectáculo estará em digressão, no Teatro Ribeiro Conceição, em Lamego, nos dias 24 e 25 de outubro, no Cine-Teatro S. Pedro, em Alcanena, o qual também é coprodutor, nos dias 05 e 06 de dezembro, e no Theatro Circo de Braga, a 13 de dezembro.
Com direcção artística de Fernando Giestas, apoiado por Rafaela Santos, o espectáculo é interpretado por Inês Luzio.

Arte e Cultura
Viseu: Teatro Viriato recebe peça da Nova Dança Francesa, esta sexta-feira

"May B”, peça icónica da coreógrafa Maguy Marin, sobe ao palco do Teatro Viriato, esta sexta-feira (19 de setembro), às 21h00. A peça de dança contemporânea está em circulação há mais de 40 anos. 
Influenciada pela obra de Samuel Beckett, a coreógrafa explora a complexidade da condição humana, abordando várias das facetas como a espera, o desejo, o movimento e a identidade.
Recorre, para isso, a uma linguagem teatral abrupta, transformando e dando outra força ao ridículo, à violência e às situações angustiantes. Conhecida por ser uma das pioneiras da Nova Dança Francesa, Maguy Marin é reconhecida por projetar obras que revelam a verdadeira humanidade.

Arte e Cultura
Nelas: Santar Music Series acontece este fim-de-semana (c/ áudio)

A vila de Santar, no concelho de Nelas, acolhe, entre esta sexta-feira e domingo (de 12 a 14 de setembro), a primeira edição do Santar Music Series, um evento que celebra a música, o património, a paisagem e os vinhos da região do Dão. O evento, que é organizado pela Music Series Festivals, pretende valorizar a música erudita, desde o barroco ao jazz contemporâneo.
Para o presidente, Joaquim Amaral, é uma honra para o concelho receber o evento que vai contar com intérpretes nacionais e internacionais. O autarca realça a dimensão da iniciativa e a necessidade de parceiros para salvaguardar a continuidade.
Sob direção artística do pianista Vasco Dantas, o programa apresenta três dias de concertos abrangendo desde o barroco ao jazz contemporâneo.
Os diversos concertos vão ser realizados ao ar livre no Valverde Santar Hotel & Spa.
No final de cada concerto, o público vai ser convidado a prolongar a experiência com um momento de cocktail incluído no bilhete, entre artistas e espectadores, com degustação de vinhos do Dão nos jardins do hotel, também na Casa de Santar e no Paço dos Cunhas.
Dez por cento da receita de bilheteira será doada à Santa Casa da Misericórdia de Santar e à Associação Ajuda de Berço.

Arte e Cultura
Na nova temporada e programação do Teatro Viriato, em Viseu, arranca esta quinta-feira

De setembro a dezembro, a nova programação do Teatro Viriato, em Viseu, é composta por 39 atividades, das quais podemos destacar o novo ciclo de programação com o projeto “Libertem as Crianças”, a estreia absoluta  de “Empregos Modernos”, a estreia nacional  do projeto Ballaké Sissoko & Piers Faccini, oito coproduções, quatro produções próprias e sete residências artísticas.
De 11 a 13 de setembro, são revisitadas as vidas de quem enfrentou as condições adversas da pesca do bacalhau na peça de teatro culinário “Quem vai para o Mar não volta a Terra”, de Giacomo Scalisi. No dia 19 de setembro, está em destaque a condição humana com a peça coreográfica “May B”, de Maguy Marin.
Destaque também para o novo ciclo de programação “Libertem as crianças”, que acontece de 20 a 25 de outubro. Inspirado na obra homónima do reconhecido pedagogo Carlos Neto, o ciclo “Libertem as crianças” reúne uma programação dedicada à criação contemporânea para a infância, juventude e famílias. Em articulação com escolas, famílias, mediadores e artistas, o ciclo explora questões ligadas à infância, à educação e à coragem de transformar ideias em ações.
A magia e a fisicalidade do circo contemporâneo, grandes nomes da música internacional, parcerias na área do cinema e novas reflexões na área da dança integram também a programação do Teatro Viriato de setembro a dezembro.  

Arte e Cultura
Armamar recebe, esta sexta-feira, o 5º Festival Folk Internacional

Armamar volta a ser palco de um dos mais aguardados encontros multiculturais da região: a 5ª edição do Festival Folk Internacional que acontece esta sexta-feira (08 de agosto), às 21h30, na Praça 25 de abril. O evento conta com tradições, música e dança que, segundo a autarquia local, unem povos de diferentes latitudes.  
Ao longo de uma noite, o público será conduzido por um percurso sensorial e emocional através das culturas de Portugal, Alemanha, Costa Rica, Índia, Polónia, Sérvia e Venezuela, com atuações ao vivo "que revelam a autenticidade das suas raízes e a riqueza do seu património imaterial".  
De acordo com a Câmara Municipal de Armamar, mais do que um espetáculo, o festival é um espaço de encontro, partilha e celebração. "Um momento para sentir o mundo de perto, através do som, do colorido dos trajes, do movimento dos corpos e da emoção que nasce quando culturas se encontram", conclui. 

Arte e Cultura
Nelas: Festival 'Habitua-te' leva multidão a Carvalhal Redondo, este fim-de-semana (c/ áudio)

A aldeia de Carvalhal Redondo, no concelho de Nelas, acolhe, este fim-de-semana (26 e 27 de julho), o 11º Festival "Habitua-te", uma organização do Teatro Hábitos Associação Cultural Juvenil, dedicado às  artes performativas.
Carvalhal Redondo vai ser palco de diversos espetáculos e atividades, desde música, às artes circenses, teatro e artes plásticas, aliadas às tradições e hábitos locais, como explica Ricardo Loio, da organização.
Além dos diversos convidados, o festival conta com a participação da comunidade local. Exemplo disso é a peça de teatro que abre o evento. Uma envolvência que Ricardo Loio considera fundamental para o sucesso da iniciativa.

 

Arte e Cultura
Nelas: Santar Music Series acontece em setembro (c/ áudio)

A vila de Santar, no concelho de Nelas, acolhe, de 12 a 14 de setembro, a primeira edição do Santar Music Series, um evento que celebra a música, o património, a paisagem e os vinhos da região do Dão. O evento, que é organizado pela Music Series Festivals, pretende valorizar a música erudita, desde o barroco ao jazz contemporâneo.
A autarquia de Nelas é parceira da iniciativa. Para o presidente, Joaquim Amaral, é uma honra para o concelho receber o evento que vai contar com intérpretes nacionais e internacionais. O autarca realça a dimensão da iniciativa e a necessidade de parceiros para salvaguardar a continuidade.
Sob direção artística do pianista Vasco Dantas, o programa apresenta três dias de concertos abrangendo desde o barroco ao jazz contemporâneo. A abrir o Santar Music Series, no dia 12 de setembro, está o programa Bach Mirrors com Thomas Enhco e Vassilena Serafimova num ousado diálogo entre piano e marimba. No dia 13, o destaque vai para as atuações de Leticia Moreno, João Barradas e Joel Cardoso que combinam fado, Bach, Schubert e Schumann em formações inesperadas com acordeão, clarinete e violino em Echos e Fusões. Na manhã desse sábado, acontece ainda um momento com a Banda Filarmónica de Santar, dirigida pelo Maestro Rui Nunes.
O concerto de encerramento, dia 14 de setembro, acontece pelas 17h00, intitulado Diálogo de Solistas com os solistas Sergei Nakariakov (trompete e fliscorne) e Vasco Dantas (piano), acompanhados pela Orquestra Metropolitana de Lisboa sob direção do maestro Pedro Neves.
Os diversos concertos vão ser realizados ao ar livre no Valverde Santar Hotel & Spa. Um dos proprietários, João Tibério, referiu na apresentação do evento, que a realização de um festival era um objetivo antigo. O promotor acredita que o evento é uma mais valia para o concelho de Nelas.
No final de cada concerto, o público vai ser convidado a prolongar a experiência com um momento de cocktail incluído no bilhete, entre artistas e espectadores, com degustação de vinhos do Dão nos jardins do Valverde Santar Hotel & Spa, na Casa de Santar e no Paço dos Cunhas.
Os bilhetes estão disponíveis na Ticketline, com o valor de 55 euros por dia ou 150 euros para o passe completo de três dias. Dez por cento da receita de bilheteira será doada à Santa Casa da Misericórdia de Santar e à Associação Ajuda de Berço.

Arte e Cultura
Mangualde: Eduardo Madeira e PITTCH encerram 'Quarto Crescente', este sábado à noite

Este sábado (19 de julho) encerra a programação do evento “Em Quarto Crescente”, que decorre desde quinta-feira no Largo Dr. Couto, em Mangualde. Concertos, poesia, teatro, leituras e stand-up comedy fazem parte do cartaz.
Esta noite, pelas 21h30, é a vez do humorista Eduardo Madeira subir ao palco, antes do concerto da banda PITTCH. 
Referir que a edição do “Em Quarto Crescente”, deste ano, contou com Raúl Linhares e Francisca Graça, seguidos pela banda Neon Soho, na quinta-feira, e com o projeto POEZZ e Tó Trips, na sexta-feira.
 

Arte e Cultura
Mangualde acolhe, esta sexta-feira, POEZZ e Tó Trips, em 'Quarto Crescente'

O Largo Dr. Couto, em Mangualde, volta a acolher na noite desta sexta-feira (18 de julho), mais um momento do evento “Em Quarto Crescente”, que iniciou esta quinta-feira. São três noites dedicadas às artes e à cultura. Concertos, poesia, teatro, leituras e stand-up comedy fazem parte da programação, até este sábado.
Esta sexta-feira, a noite conta com uma fusão de poesia e jazz do projeto POEZZ, a partir das 21h30, a que se junta a atuação de Tó Trips.
 

Arte e Cultura
Mangualde: 'Quarto Crescente' anima as próximas três noites (c/ áudio)

O Largo Dr. Couto, em Mangualde, acolhe, entre esta quinta-feira e sábado (de 17 a 19 de julho), mais uma edição do evento “Em Quarto Crescente”. São três noites dedicadas às artes e à cultura, a partir das 21h30.
Concertos, poesia, teatro, leituras e stand-up comedy fazem parte da programação.
Para Marco Almeida, o presidente da  autarquia, o evento é uma das referências culturais anuais do concelho. O autarca sublinha que a vertente cultural, no concelho, tem vindo a ser reforçada. Uma aposta que, segundo Marco Almeida, é sinónimo de mais turismo, que como refere, tem vindo a aumentar desde 2021.
Na noite desta quinta-feira sobem ao palco Raúl Linhares e Francisca Graça, seguidos pela banda Neon Soho.
Na sexta-feira, a noite conta com uma fusão de poesia e jazz do projeto POEZZ, a que se junta a atuação de Tó Trips. O encerramento, no sábado, é com o humorista Eduardo Madeira, antes do concerto da banda PITTCH’.
“Em Quarto Crescente” é de entrada livre. 

Arte e Cultura
Viseu: Festival Que Jazz é Este? arranca esta quarta-feira

A partir desta quarta-feira (09 de julho) e até dia 20 deste mês, Viseu volta a ser palco  do Festival Que Jazz É Este?. O evento cumpre a 13ª edição e conta.São 12 dias com concertos para público em geral e ao domicílio, jam sessions, oficinas e rádio ao vivo.
Logo a abrir, esta quarta e quinta-feira, a banda sonora original da jovem trompetista Jasmim Pinto para o filme The Playhouse (de Buster Keaton) leva o jazz ao Estabelecimento Prisional de Viseu, ao Internato Victor Fontes e ao Hospital Psiquiátrico.  
No próximo sábado, a cidade acorda com Jazz na Rua, sopros e percussões da Escola Profissional da Serra da Estrela. No mesmo fim de semana, a música estende-se a Tondela (Tom de Festa) com o Colectivo Gira Sol Azul e um dos maiores embaixadores da música cabo-verdiana: Tito Paris. Um concerto que volta a acontecer no Parque Aquilino Ribeiro em Viseu dia 19 de julho.
De 17 a 20 de julho o coração do festival bate em vários pontos da cidade. Mano a Mano apresentam Triologia das Sombras nos claustros do Museu Nacional Grão Vasco dia 17. O Parque Aquilino Ribeiro recebe a saxofonista Camilla George (dia 18). O Teatro Viriato recebe a 19 de julho o trio da suíça Marie Kruttl.
Também o jardim da Casa do Miradouro acolhe a fusão de sons e culturas entre os músicos Emanuel e Toy Matos e o saxofonista, compositor e improvisador João Mortágua (18 de julho).
O Carmo’81 é ponto de encontro para os mais novos e mais ousados. É lá que acontece a 1ª edição do ‘So What? Encontro de Escolas’ (16 julho). É também no Carmo’81 que de 17 a 19 de julho se realiza a 17ª edição do Workshop de Jazz de Viseu orientado por André Matos e Gonçalo Marques.
A festa final acontece no Parque Aquilino Ribeiro (dia 20) com New Max (aka Tiago Novo) e o groove como nota dominante e  a Rádio Rossio volta ao estúdio sobre rodas no Parque Aquilino Ribeiro. Emanuel Santoz e Tiago Araújo, Gonçalo Falcão, Luís Belo e Jasmim Pinto, Catarina Machado e Sandra Rodrigues, conduzem programas únicos especialmente concebidos para o festival.  

 

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