Depois de vários alargamentos de prazo, os procedimentos de identificação e registo de terrenos realizados através do BUPi – Balcão Único do Prédio já não são gratuitos. A medida do Governo está em vigor desde o dia 1 de outubro.
Vários atos associados à identificação e regularização de prédios beneficiavam de um regime de gratuitidade, mas atualmente, a realização de uma Representação Gráfica Georreferenciada (RGG) por técnicos dos municípios ou das entidades intermunicipais passa a ter um custo de 15 euros por cada representação, do primeiro ao nono pedido.
A partir da décima RGG, o valor baixa para 10 euros por cada procedimento.
O BUPi foi criado com o objectivo de dotar Portugal de um cadastro predial completo, identificando com coordenadas GPS precisas os limites de cada prédio rústico no território continental.
Portugal assinala, esta segunda-feira (5 de outubro), o Dia da Implantação da República. É feriado nacional para comemorar a ocasião em que Portugal deixou de ser uma monarquia e passou a ser uma república, na sequência de um golpe de estado.
Em 5 de outubro de 1910, às 9h00, foi proclamada a queda da monarquia e a implantação da república nos Paços do Concelho de Lisboa. Após a proclamação da República foi criado um governo provisório chefiado por Teófilo Braga. Em agosto de 1911 foi aprovada uma nova Constituição, tendo início a Primeira República Portuguesa.
O primeiro Presidente da República foi Manuel de Arriaga (1840-1917).
Com esta mudança foram alterados alguns símbolos do país, como o hino e a bandeira nacional que passou de azul e branca para verde e vermelha.
O Governo aprovou uma portaria que estabelece um período excecional de candidaturas aos apoios da intervenção B.3.4 «Reestruturação e conversão de vinhas», no âmbito do Programa Nacional de Apoio ao Setor da Vitivinicultura (PEPAC Portugal), aplicável à campanha de 2026-2027.
A decisão surge na sequência dos prejuízos provocados pelos eventos meteorológicos e fenómenos associados registados entre 28 de janeiro e 15 de fevereiro deste ano, que afetaram de forma significativa diversas explorações. Este regime excecional visa os viticultores que sofreram danos.
A portaria define regras próprias para este período extraordinário, incluindo uma dotação financeira de 5 milhões de euros, procedimentos simplificados e critérios de prioridade orientados para os produtores que comprovem prejuízos nas parcelas de vinha afetadas. O processo de candidatura decorre online, através do IFAP, I.P., sendo os prazos definidos e divulgados pelo Instituto da Vinha e do Vinho, I.P.
O período excecional de candidaturas integra critérios de seleção que atribuem prioridade aos viticultores cujos prejuízos estejam devidamente confirmados. Prevê ainda a prorrogação de prazos de submissão e decisão sempre que as circunstâncias o justifiquem, garantindo flexibilidade administrativa em situações de maior complexidade. Adicionalmente, estabelece limites máximos de área elegível, diferenciados de acordo com a localização das parcelas, de forma a assegurar uma distribuição equilibrada e ajustada às especificidades territoriais.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP promovem, entre esta terça e segunda-feira (de 8 a 14 de setembro), a nona campanha do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026, dedicada à utilização correta dos dispositivos de segurança.
Sob o lema “Cinto-me Vivo”, a campanha pretende alertar condutores e passageiros para a importância de utilizarem sempre e corretamente o cinto de segurança, os sistemas de retenção para crianças e o capacete. Segundo as autoridades, os dispositivos reduzem o risco de morte e de lesões graves, mas só protegem eficazmente quando são adequados, estão homologados e são usados de forma correta.
Um sistema de retenção para crianças corretamente utilizado pode reduzir o risco de morte em cerca de 71% nos lactentes e 54% nas crianças entre 1 e 4 anos. O uso de capacete homologado, devidamente apertado e ajustado, reduz em 40% o risco de morte em caso de acidente.
Dados relativos ao período entre 2021 e 2024 indicam, ainda, que 8 210 passageiros que viajavam no banco traseiro sem um sistema de retenção adequado foram vítimas de acidentes, dos quais 274 ficaram gravemente feridos e 69 morreram.
Para antecipar o lançamento do álbum “Fado Lofi”, agendado para 20 de novembro, o músico, natural de Mangualde, Jonny Abbey apresenta o 1º single do novo trabalho discográfico. “Armandinho” é um tema em forma de homenagem a um dos grandes mestres da guitarra portuguesa.
Para o músico, trata-se do início de um dos projetos “mais significativos” que tem desenvolvido este ano e que representa, de certa forma, “um regresso a casa".
“Pela primeira vez, junto o Lofi, uma linguagem que tenho vindo a desenvolver nos últimos dois anos, às minhas raízes e à música tradicional portuguesa. É uma forma de me aproximar novamente da música que faz parte da minha história e, ao mesmo tempo, explorá-la através daquilo que tenho vindo a construir enquanto músico”, explica Jonny Abbey.
“Armandinho” conta com a participação de José Manuel Neto, compositor e intérprete de guitarra portuguesa.
“Ter o meu grande amigo José Manuel Neto comigo nesta primeira canção torna tudo ainda mais especial. A emoção e a profundidade que trouxe à guitarra portuguesa deram a ‘Armandinho’ uma vida que dificilmente poderia ter imaginado sozinho”, sublinha.
“Armandinho” já está disponível em todas as plataformas digitais... AQUI
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP promovem, entre esta terça e segunda-feira (entre 18 e 24 de agosto), a oitava campanha do Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2026, dedicada à condução sob o efeito do álcool.
Sob o lema "Taxa Zero ao Volante” esta é a oitava de 11 campanhas previstas no PNF 2026, incidindo sobre um dos principais fatores de risco da sinistralidade rodoviária, em que se destaca o efeito do álcool. De acordo com as autoridades, em cada 100 vítimas de acidentes rodoviários autopsiadas em Portugal em 2025, 28 tinham taxa de álcool acima do limite legal. Destas, a maioria (78%) apresentava uma taxa igual ou superior ao valor considerado crime.
“A condução sob o efeito do álcool continua a representar um risco inaceitável para todos os utilizadores da estrada, comprometendo os reflexos, o tempo de reação e a capacidade de decisão do condutor, mesmo quando ingeridas pequenas quantidades”, explicam.
Em 2025, foram realizados cerca de 2,1 milhões de testes de álcool, dos quais 1,6% resultaram positivos. As infrações por condução sob o efeito do álcool representam cerca de 2,4% do total de infrações rodoviárias registadas no país.
No âmbito desta campanha, a ANSR, a GNR e a PSP reforçam junto dos condutores as seguintes mensagens:Se beber, não conduza; Escolha sempre um condutor designado; Utilize transportes alternativos; Planeie o regresso a casa antes de consumir álcool.
A campanha pretende sensibilizar para a adoção de comportamentos responsáveis e reforçar a fiscalização nos locais de maior risco, combinando ações de sensibilização presencial, promovidas pela ANSR, com operações de fiscalização desenvolvidas pela GNR e pela PSP.
A GNR planeia, coordena e executa, em todo o território nacional, no período compreendido entre 16 de agosto e 28 de fevereiro de 2027, ações de fiscalização ao exercício dos atos venatórios, para prevenção, deteção, repressão e investigação de situações em desconformidade com as normas legalmente definidas.
A operação realizada pela GNR, através do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), na qualidade de polícia ambiental, tem como objetivo observar o respeito pelas medidas de proteção e conservação dos recursos cinegéticos, tendo em vista a gestão sustentável.
A operação tem como principal objetivo, segundo a GNR, garantir o cumprimento do regime jurídico da caça, acautelando a conservação da biodiversidade, o equilíbrio dos ecossistemas, a proteção da saúde pública e a segurança pública. Com o arranque da época venatória em terrenos ordenados, a GNR intensifica as ações de fiscalização preventiva e reativa, combatendo infrações que possam colocar em risco a segurança de pessoas e bens ou atentar contra a fauna selvagem durante o exercício da caça. Serão ainda realizadas ações de sensibilização e cooperação no âmbito das atividades relacionadas com o ato venatório.
Durante a operação “Artémis 2025/2026”, foram fiscalizados 10 751 caçadores, tendo sido detetados 136 crimes e efetuadas 133 detenções.
Entre 01 de janeiro e 30 de junho deste ano, foram registados, nas estradas nacionais, 17.941 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 225 vítimas mortais, 1.371 feridos graves e 20.724 feridos leves.
Os números foram dados a conhecer, esta quarta-feira (12 de agosto), pelo Ministério da Administração Interna.
De acordo com o Governo, face ao período homólogo de 2025 houve a registar mais 23 vítimas mortais (+11,4%) e mais 89 feridos graves (+6,9%).
Já na frequência de acidentes com vítimas e feridos leves, o saldo fixou-se em reduções de 0,7% e 2,1%, respetivamente.
As zonas urbanas são as que concentram a maioria dos acidentes, com 63,9%. Estes concentraram 32,9% das vítimas mortais e 47,1% dos feridos graves.
Nos atropelamentos, observou-se um agravamento da mortalidade, com um aumento de 121,4% nas vítimas mortais (passando de 14 para 31) e um aumento de 2,8% nos feridos graves, apesar da redução nos acidentes (-3,0%) e nos feridos leves (-2,8%).
Nas estradas nacionais ocorreram 18,4% dos acidentes, com 28% das vítimas mortais. Nas autoestradas, registaram-se 6,3% dos acidentes, com 11,1% das vítimas mortais.
Para inverter a subida da mortalidade e do número de feridos graves nas estradas portuguesas, o Ministério da Administração Interna, em conjunto com a GNR, a PSP e a ANSR, refere que vai continuar a implementar medidas com objetivos quantificados e cujos resultados serão acompanhados em permanência.
Entre as principais ações está o reforço da fiscalização já planeada em função dos locais e horários em que se observa maior concentração de
O Ministério da Administração Interna considera que a segurança rodoviária não é uma responsabilidade isolada, exige um esforço e um compromisso de todos. Do Estado, das autarquias, das entidades públicas e privadas e de cada cidadão.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP promovem, a partir desta terça-feira e até próxima segunda-feira, dia 7 e 13 de junho, a campanha “Duas Rodas Agarre-se à Vida”, dedicada à segurança dos condutores de motociclos e ciclomotores.
A iniciativa combina ações de sensibilização e operações de fiscalização, com o objetivo de alertar para comportamentos de risco como o excesso de velocidade, ultrapassagens perigosas, condução sob o efeito de álcool ou drogas, distração ao volante e a utilização incorreta do capacete e do equipamento de proteção.
Segundo as entidades, entre 2023 e 2025 registaram-se 34.179 acidentes com vítimas envolvendo veículos de duas rodas a motor, dos quais resultaram 440 mortos, 3.041 feridos graves e 34.501 feridos leves.
A campanha pretende ainda sensibilizar e alertar, especialmente, para comportamentos que aumentam significativamente o risco de acidente graveo, todos os utilizadores da via para a importância da partilha segura da estrada e reforçar a adoção de comportamentos responsáveis para reduzir a sinistralidade rodoviária.
A GNR e a Associação para a Promoção da Segurança Infantil (APSI) lançam na próxima semana uma campanha nacional de sensibilização para prevenir o afogamento infantil, depois de os dados mais recentes revelarem um aumento preocupante da mortalidade nos últimos anos.
De acordo com as autoridades, entre 2020 e 2024, 63 crianças e jovens perderam a vida por afogamento e 57 foram internados na sequência destes acidentes. No mesmo período, o 112 reencaminhou 588 ocorrências relacionadas com afogamentos e acidentes de mergulho para o INEM.
Segundo a APSI, as crianças entre os 0 e os 4 anos representam a faixa etária com maior número de afogamentos e internamentos, ocorrendo a maioria dos casos em piscinas particulares. Já entre os 15 e os 19 anos regista-se o maior número de mortes, sobretudo em rios, lagoas, ribeiras e praias.
Os dados mostram ainda que os afogamentos continuam a ocorrer maioritariamente com rapazes e concentram-se nos meses de junho, julho e agosto.
Perante este cenário, a GNR e a APSI apelam ao reforço das medidas de prevenção, lembrando que o afogamento pode acontecer de forma rápida e silenciosa, mesmo em poucos centímetros de água. As entidades sublinham a importância da supervisão permanente das crianças, da instalação de barreiras de proteção em piscinas privadas e da utilização de zonas balneares vigiadas por nadadores-salvadores.
A Assembleia da República (AR) aprovou uma resolução que recomenda ao Governo a adoção de um conjunto de medidas de apoio ao setor apícola, na sequência dos prejuízos provocados pelos incêndios de 2025.
Entre as principais recomendações está a criação de um programa extraordinário de compensação financeira destinado aos apicultores que perderam colmeias e infraestruturas devido aos incêndios, procurando minimizar o impacto económico sofrido pelas explorações afetadas.
O Parlamento defende ainda a implementação de medidas de regeneração da flora apícola nas áreas devastadas pelo fogo, com o objetivo de assegurar alimento para as abelhas e garantir a continuidade da produção de mel nas regiões atingidas.
A resolução recomenda igualmente a disponibilização de linhas de crédito bonificado e apoio técnico especializado para apoiar a recuperação da atividade apícola.
A medida pretende, segundo a Assembleia da República, prevenir o desaparecimento de explorações familiares e contribuir para a preservação da produção nacional de mel.
A Guarda Nacional Republicana (GNR) controlou 91.397 cidadãos estrangeiros e efetuou 243 detenções por permanência ilegal em Portugal entre outubro de 2023 e junho de 2026, no âmbito das competências de fiscalização migratória assumidas pela Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras (UCCF).
Segundo os dados divulgados pela GNR, foram realizadas 5.458 ações de fiscalização em diferentes setores de atividade económica, nomeadamente agricultura, pescas, indústria, construção civil, restauração e hotelaria.
Desde 29 de outubro de 2023, a Guarda passou a assegurar o controlo das fronteiras marítima e terrestre, bem como a fiscalização de cidadãos estrangeiros em cerca de 94% do território nacional. A atividade desenvolvida pelo Grupo de Guarda de Fronteiras inclui o combate à imigração ilegal, ao tráfico de seres humanos e à exploração laboral, mas também a verificação das condições de vida e trabalho dos cidadãos estrangeiros que permanecem legalmente no país.
Durante o período em análise foram ainda emitidas 540 notificações de abandono voluntário e registadas 6.598 contraordenações relacionadas com o incumprimento da legislação aplicável aos cidadãosm estrangeiros. Entre as infrações mais frequentes encontram-se 3.286 faltas de declaração de entrada, 1.658 situações de incumprimento de deveres legais e 497 casos de excesso de permanência em território nacional.
A GNR refere que as ações de fiscalização permitem não só identificar situações de permanência irregular, mas também detetar indícios de crimes associados ao tráfico de seres humanos e à exploração laboral, contribuindo para a proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade.
Além da fiscalização em território nacional, o Grupo de Guarda de Fronteiras é responsável pelo controlo da fronteira marítima portuguesa. Desde outubro de 2023 foram realizadas 102.063 ações de controlo, envolvendo a fiscalização de mais de 10,9 milhões de passageiros e tripulantes em entradas e saídas do Espaço Schengen através dos portos nacionais.
A Guarda considera que esta atuação integra o controlo migratório, a fiscalização do cumprimento da legislação e a proteção das fronteiras externas do Espaço Schengen, procurando responder aos atuais desafios migratórios através de uma intervenção permanente no território e nos pontos de entrada no país.
O verão tem início este domingo, 21 de junho, com a ocorrência do solstício de verão às 09h24, hora de Portugal continental.
O fenómeno astronómico marca o começo da nova estação no hemisfério norte e corresponde ao dia com mais horas de luz solar do ano e à noite mais curta.
Associado a temperaturas mais elevadas e a uma maior procura de atividades ao ar livre, o verão é também uma das épocas mais movimentadas em Portugal, com praias, piscinas, festivais, romarias e eventos culturais a atraírem milhares de pessoas.
A estação caracteriza-se por tempo quente e seco, especialmente nas regiões do interior e sul do país.
As autoridades recomendam cuidados acrescidos durante os períodos de maior calor, nomeadamente hidratação frequente, utilização de protetor solar e evitar a exposição prolongada ao sol nas horas mais quentes do dia.
Portugal assinala esta quarta-feira, 10 de junho, o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, feriado nacional que homenageia Luís de Camões, autor de "Os Lusíadas" e uma das maiores figuras da literatura portuguesa.
A data assinala também a ligação às comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo e é marcada por cerimónia oficias, desfiles militares e condecorações atribuídas a personalidades que se destacaram ao serviço do país.
A celebração do 10 de junho passou a designar-se Dia de Porugal, de Camões e das ComunidadesPortuguesas após a Revolução de 25 de Abril de 1974.
Esta quinta-feira, (4 de junho), é celebrado o Dia do Corpo de Deus, um feriado nacional religioso da Igreja Católica que ocorre 60 dias após o Domingo de Páscoa.
A data está associada à celebração da Eucaristia e do sacramento do Corpo de Cristo, acontecendo anualmente entre os dias 21 de maio e 24 de junho. A origem remonta ao século XIII, tendo sido impulsionada por relatos de visões religiosas e pelo chamado Milagre de Bolsena, em 1264, que levou à instituição oficial pelo Papa Urbano IV.
O Corpo de Deus chegou a ser feriado em Portugal até 2012, tendo sido retirado da lista de feriados nacionais em 2013. Em 2016 voltou a ser reposto como feriado.
Em várias localidades do país, a data é assinalada com missas e procissões, sendo comum a decoração das ruas com flores e tapetes florais por onde passam as celebrações religiosas.
Até 30 de setembro, está proibida a realização de queimadas e de queima de amontoados, independentemente do nível de perigo de incêndio rural.
A medida da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil pretende reforçar a prevenção de incêndios rurais durante o período de maior risco. A proibição aplica-se a todas as ações de eliminação de sobrantes agrícolas ou florestais através do uso do fogo.
Esta segunda-feira (1 de junho) iniciou a Fase Charlie do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR), mantendo-se até 30 de junho. A partir de 1 de julho, entra em funcionamento a Fase Delta, que corresponde ao período de maior empenhamento operacional e decorre até 30 de setembro.
As autoridades apelam à colaboração da população e recordam que o incumprimento das regras em vigor poderá dar origem à aplicação de sanções previstas na legislação. A Proteção Civil recomenda ainda a adoção de comportamentos preventivos e a comunicação imediata de qualquer foco de incêndio às entidades competentes.
O prazo para a limpeza de terrenos e gestão de combustível foi prolongado até 30 de junho em todo o território nacional.
A decisão, anunciada pelo Ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, surge na sequência das condições meteorológicas registadas nos últimos meses, marcadas por chuva persistente e tempestades, que dificultaram os trabalhos no terreno.
O objetivo é garantir que proprietários, agricultores e autarquias possam concluir as intervenções de prevenção e proteção contra incêndios.
Esta sexta-feira (15 de maio) fica marcada pelo reforço de meios de combate a incêndios. O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2026) entrou em Nível Bravo. É a primeira fase de reforço de meios, que se prolonga até 31 de maio. No dia 1 de junho está previsto novo reforço. A fase mais exigente decorre entre julho e stembro.
Na fase Bravo, a nível nacional, estão previstos 11.851 elementos, integrados em 2.017 equipas, apoiados por 2.576 viaturas e 37 meios aéreos.
Entre esta segunda-feira (4 de maio) e o próximo dia 13, a GNR intensifica o patrulhamento e as ações de apoio aos milhares de peregrinos que se deslocam a Fátima por ocasião das celebrações das Aparições. O objetivo central da Operação “Peregrinação Segura 2026” é garantir a segurança rodoviária, a fluidez da circulação nas principais vias de acesso e a proteção de todos os fiéis que convergem ao Santuário, minimizando riscos em percursos que apresentam tráfego intenso e bermas estreitas.
Para aumentar a eficácia da comunicação em tempo real, a GNR está a inserir na plataforma “Waze” a emissão de mensagens e alertas personalizados, designadamente conselhos de segurança e avisos sobre pontos de perigo, referentes ao tráfego rodoviário.
Entre os dias 4 e 11, a 1ª fase da operação está focada na segurança dos peregrinos em deslocação, com patrulhamento reforçado nas vias mais críticas, acompanhamento de grupos pedestres, ações de sensibilização junto dos grupos, para a adoção de comportamentos seguros e monitorização de pontos de maior risco.
Já nos dias 12 e 13 de maio, a iniciativa da GNR é dedicada à segurança durante as celebrações no Santuário e zonas envolventes.
Para reduzir o risco de atropelamentos e garantir deslocações seguras, a GNR aconselha os peregrinos a não usar auscultadores nem telemóvel durante a caminhada; caminhar sempre na berma contrária ao sentido do trânsito; caminhar em fila única, sinalizar o início e o fim do grupo, utilizar coletes refletores; evitar zonas onde a circulação de peões é proibida; evitar caminhar sozinho durante a noite e redobrar a atenção ao atravessar vias.
Vinte vítimas mortais, 53 feridos graves e 845 feridos leves é o resultado da Operação Páscoa 2026, levada a cabo pela GNR e pela PSP, que terminou às 23h59 desta segunda-feira (6 de abril). Os números ainda são provisórios.
As autoridades registaram 2.602 acidentes. Em comunicado, o Ministério da Administração Interna (MAI) encara os dados “com profunda preocupação e consternação". “Cada vida perdida nas estradas representa uma tragédia pessoal e uma família destruída. Nenhuma morte na estrada é aceitável. Lembramos também os tantos feridos que ficarão com sequelas para a vida, traumas muito difíceis de recuperar. É tempo de uma reflexão séria. Mais que isso, é tempo de agir”, refere.
O Ministério da Administração Interna explica que vai avançar com a apresentação de um pacote de medidas estratégicas, a médio e longo prazo. “A resposta a este flagelo tem de ser conjunta. Apesar do reforço da fiscalização no terreno e das campanhas de sensibilização promovidas pelas Forças de Segurança, e por outras entidades, apesar de termos hoje infraestruturas melhores e viaturas mais seguras, confirma-se a persistência de comportamentos de risco: condução sob efeito de álcool, excesso de velocidade e o uso indevido do telemóvel durante a condução”, pode ler-se no comunicado.
“Significa que é preciso ir mais longe noutras matérias, que influenciem diretamente o comportamento do condutor, criando um ambiente rodoviário seguro. É isso que iremos fazer. Cumprir as regras, respeitar os outros utilizadores da via pública e adotar uma condução prudente são comportamentos indispensáveis. Nenhuma viagem vale uma vida”, conclui o MAI.
A Sexta-feira Santa é um feriado religioso que ocorre na sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. A data recorda a crucificação e a morte de Jesus Cristo, por isso, é um dia importante para os cristãos.
Este dia faz parte do tríduo pascal, na Semana Santa, a semana que recorda os últimos dias de Jesus antes da morte.
Fazem parte do tríduo pascal: a Última Ceia, na Quinta-feira Santa, a morte de Jesus, na Sexta-feira Santa, e o Sábado de Aleluia, a véspera da festa da ressurreição. Depois do tríduo, realiza-se a Páscoa, festa que celebra a ressurreição de Jesus.
Também conhecida como Sexta-feira da Paixão, é um feriado móvel, que acontece todos os anos entre os dias 22 de março e 25 de abril. Uma das principais tradições dos católicos é a abstinência da carne, em respeito ao sacrifício de Cristo na cruz.
O folar da Páscoa é um bolo com ovos cozidos inteiros, colocados na massa, antes de ir ao forno. Em algumas regiões do país é uma oferta simbólica por ocasião da época da Páscoa. É normal as madrinhas oferecerem, no Domingo de Páscoa, um folar aos afilhados. Na sua origem, este bolo está associado à amizade e à reconciliação.
Com um ou mais ovos cozidos no topo, o folar mais popular é feito de uma massa seca com um ligeiro travo a canela e faz a delícia de todos.
Experimente a nossa sugestão:
Fermento de padeiro 40 g; Leite morno 100 ml; Açúcar 100 g; Margarina 75 g; Canela em pó 1 colher de café; Erva-doce em pó 1 colher de café; Aguardente 1/2 cálice
Ovos 2; Sal (opcional) q.b.; Ovos cozidos 2 e Gema de ovo para pincelar q.b.
Misturar o fermento com 100 g de farinha e adicionar metade do leite. Mexer até formar uma massa que se solta da tigela e das mãos (se necessário adicionar o leite todo).
Numa taça, colocar a restante farinha e fazer um buraco no centro, colocar aí a massa do fermento, ao redor desta pôr o açúcar, a margarina cortada em cubinhos, a canela, a erva-doce, a aguardente e os ovos levemente batidos com um garfo (se colocar sal, adicioná-lo aos ovos). Amassar tudo muito bem até que a massa se despegue da taça, e batê-la na mesa de trabalho umas 15 a 20 vezes até ficar com uma consistência fofa e elástica.
Passar uma taça por água quente e limpá-la muito bem, colocar lá dentro a massa, polvilhar com farinha, tapar e colocar num local morno (embrulhei a taça num cobertor). Deixar levedar até duplicar de volume, entre uma e duas horas.
Retirar um pouco de massa para a decoração e dividir a restante massa em duas porções iguais formando duas bolas como se faz com o pão, achatar um pouco, colocar no meio um ovo cozido, decorar com rolinhos de massa por cima do ovo.
Levar ao forno quente a 200 ºC durante cerca de 30 minutos. Ao fim de dez minutos cobrir com papel de alumínio para não queimar, a cinco minutos do final, retirar o tabuleiro do forno e pincelar os folares com uma gema de ovo misturada com um pouco de leite. Levar de novo ao forno para acabar de cozer, se necessário colocar de novo a folha de alumínio.
Entre esta quinta e a meia-noite de segunda-feira (de 2 a 6 de abril), a GNR realiza a Operação “Páscoa 2026”, em todo o país, através do reforço de patrulhamento e da intensificação das ações de sensibilização e fiscalização. Ações orientadas para os locais de festividades associados ao período pascal e para as vias rodoviárias mais críticas, assegurando que os cidadãos usufruam das festividades da Páscoa e das respetivas deslocações em segurança.
A GNR aconselha a uma condução atenta, cautelosa e defensiva, para que o período festivo seja passado em segurança.
Para um deslocamento em segurança nesta época festiva, a GNR aconselha, em especial, aos seguintes aspetos: adequar a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário, evitar manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes, mantendo uma condução atenta e defensiva.
A GNR terá especial preocupação com os comportamentos de risco dos condutores, sobretudo os que ponham em causa a sua segurança e a de terceiros. Assim, os militares estão particularmente atentos a manobras perigosas, à condução sob a influência do álcool e substâncias psicotrópicas, ao excesso de velocidade, à correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem, à utilização indevida do telemóvel, à incorreta ou não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças e às condições de segurança dos veículos.
Na madrugada deste sábado para domingo (29 de março), os relógios devem ser adiantados 60 minutos. É a passagem para a designada "hora de verão".
Em Portugal Continental e na Madeira, quando for 01h00 passam a ser 02h00. Já nos Açores, a alteração é feita às 00h00 passando para a 01h00.
A próxima mudança de hora (hora de inverno) acontece do dia 24 para 25 de outubro.
Apesar da chuva e tempo cinzento, esta sexta-feira inicia a primavera, em Portugal, às 14h45. Anualmente, a primavera acontece entre os dias 20 e 21 de março. Esta estação, que sucede ao inverno e antecede o verão, termina entre os dias 20 e 21 de junho.
Após os meses frios e cinzentos do inverno, na primavera a natureza desperta lentamente, enchendo os campos de cor e os jardins de flores. Os dias tornam-se mais longos, ensolarados e secos, além do que a temperatura torna-se mais amena. É também no período da primavera que o horário. Este ano acontece no dia 29 de março, último domingo do mês. Nesse dia, à 01h00 deve-se adiantar o relógio 60 minutos para se entrar no horário de verão.
É assim em Portugal Continental e na Madeira. Nos Açores, o relógio muda à meia-noite.
No atual contexto socioeconómico de aumento dos preços energéticos e de pressão sobre o rendimento das famílias, a GNR alerta para a ocorrência de furtos de combustível, um fenómeno que, segundo a força policial, tem vindo a assumir maior expressão.
De acordo com a GNR, a subida dos custos associados à mobilidade tem vindo a exercer uma pressão acrescida sobre famílias e empresas, potenciando, em alguns casos, a adoção de comportamentos oportunistas ou ilícitos, designadamente furtos de combustível.
Segundo as autoridades, os furtos são concretizados através da subtração direta de combustível de depósitos ou na extração mediante perfuração, causando prejuízos económicos diretos para os proprietários e danos materiais adicionais nos veículos, com impacto na perceção de segurança da população.
Entre 2024 e 2025, na área de responsabilidade territorial da GNR, registou-se uma ligeira diminuição do número de queixas, passando de 1 744 para 1 700 crimes, o que corresponde a uma redução de 44 ocorrências (-2,52%). Neste seguimento, é ainda possível verificar que, através da análise por distrito, existe uma evolução desigual. As descidas mais significativas verificaram-se nos distritos de Lisboa (-56), seguido de Aveiro (-52), Faro (-27) e Setúbal (-24). Em sentido inverso, destacam-se aumentos relevantes em distritos como Castelo Branco (+10), Viana do Castelo (+21), Santarém (+15) e Leiria (+22).
A GNR iniciou, esta segunda-feira (9 de março), a Operação “Spring Break 2026”, que decorre até ao dia 12 de abril em todo o território nacional. A operação tem como objetivo alertar os alunos finalistas para a necessidade de evitarem comportamentos de risco, bem como reforçar a segurança rodoviária durante as deslocações e garantir a segurança nos estabelecimentos e zonas de diversão noturna em Portugal.
De 28 de março a 12 de abril, decorrem as férias escolares do fim do 2º período, altura em que os jovens do 9º e 12º ano aproveitam para realizar as tradicionais viagens de finalistas.
A GNR, nesta altura de férias escolares, desenvolve a Operação “Spring Break”, destinada essencialmente à sensibilização de jovens que na época da Páscoa realizam viagens de finalistas para as zonas balneares do sul de Espanha. Importa também referir que, no âmbito da operação, a GNR irá desenvolver ações de patrulhamento conjunto com a Guardia Civil de Espanha, bem como com a Gendarmerie Nationale de França.
Por questões de segurança, a GNR irá monitorizar as viagens, que normalmente são efetuadas em autocarros, através de ações de fiscalização orientadas para as fronteiras terrestres.
O Governo aprovou um programa de apoio ao pastoreio extensivo, com financiamento anual até 30 milhões de euros, para reforçar a prevenção de incêndios rurais e a gestão ativa da paisagem no continente.
A medida assenta na valorização da pastorícia extensiva tradicional como instrumento estrutural de prevenção, ao reduzir a carga combustível, diminuir as emissões de gases com efeito de estufa e contribuir para as metas climáticas do Plano Nacional de Energia e Clima 2030.
De acordo com o Governo, o programa integra duas medidas: o apoio às áreas de baldio dispõe de uma dotação anual de 7,5 milhões de euros, através de uma subvenção não reembolsável indicativa de 120 euros por hectare e o apoio aos animais para gestão da carga combustível conta com 15 milhões de euros por ano, prevendo 150 euros por vaca em aleitamento e 30 euros por ovelha ou cabra.
A dotação financeira é assegurada por transferências do Fundo Ambiental, sendo os apoios pagos pelo Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas, I.P. (IFAP). As candidaturas têm início a 16 de fevereiro, no âmbito do Pedido Único de Ajudas.
A Stellantis, com uma unidade de produção em Mangualde, iniciou o ano de 2026 como terminou 2025, como grupo líder do mercado automóvel total em Portugal, complementando esse resultado com a reafirmação da liderança do mercado 100% elétrico.
De acordo com os dados ACAP de janeiro, agora divulgados, a Stellantis comercializou no primeiro mês do ano um total de 5.629 veículos, volume que representa uma quota próxima de um terço (29,6%) do mercado nacional e um aumento substancial de vendas de 42,1% face a igual período do ano passado. Refira-se que o crescimento do mercado foi de 14,8%.
Por tipologia de veículos, o grupo foi, também, líder nos Veículos de Passageiros, registando um crescimento significativo de vendas de 69,8% através das 4.818 unidades comercializadas, que representaram uma quota de 28,6%. Entre os Veículos Comerciais Ligeiros, as marcas Stellantis matricularam um total de 811 furgões, aqui alcançando uma quota de 37,1%.
A oferta de modelos 100% elétricos levou a Stellantis à liderança do mercado 100% elétrico nacional em janeiro, mês em que matriculou 1.295 viaturas, um volume 15,3% superior ao registo do mesmo mês de 2025. Garantiu, com isso, uma quota de 27,2%, ou seja, também aqui conquistando mais de um quarto do mercado nacional.
Na vertente dos Veículos Comerciais Ligeiros, o grupo registou 167 furgões 100% elétricos, volume 17,6% superior ao do mesmo mês de há um ano, e alcançou uma quota de 39,0%.
O Ministério da Agricultura e Mar lançou o aviso do “Programa MAIS Floresta: Reforço de Capacidade de Atuação” através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Este programa, tem como objetivos contribuir para o aumento e melhoria da gestão florestal e redução do risco de incêndio rural, apoiando micro, pequenas e médias empresas com atividade florestal, nomeadamente na área da silvicultura para aquisição de máquinas de gestão florestal e redução da carga de combustível. O MAIS Floresta é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e tem uma dotação de 12,1 milhões de euros. Este aviso pretende contribuir para o aumento da prevenção e para a redução do risco de incêndio rural, através do reforço da capacidade de intervenção das entidades responsáveis pela gestão da carga combustível, melhorando as condições de trabalho dos agentes do setor florestal.
Podem candidatar-se ao apoio: micro, pequenas e médias empresas de Portugal continental com atividade na área da silvicultura e outras atividades florestais; exploração florestal e serviços de apoio à silvicultura e à exploração florestal. O apoio assume a forma de subvenção não reembolsável, até ao montante máximo de 150 mil euros por candidatura aprovada. Podem beneficiar deste apoio os investimentos em equipamentos das seguintes tipologias: a) Equipamentos mecânicos para gestão de combustível (alfaias); b) Tratores para operações florestais; c) Máquinas telecomandadas para gestão de combustível; d) Máquinas para trituração de ramos e galhos. O prazo de candidaturas decorre desde o dia 02 de fevereiro e termina às 18:00 horas do dia 15 de março de 2026, ou até serem esgotadas as dotações previstas. Pode ser feita uma candidatura por PME.
As candidaturas devem ser submetidas através do Sistema de Gestão de Candidaturas do ICNF (https://fau.icnf.pt).
O Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da GNR, assinala, esta quinta-feira (15 de janeiro), 25 anos de atividade, reafirmando-se como uma estrutura fundamental na proteção da natureza, da biodiversidade e do património ambiental em Portugal.
Segundo a GNR, o SEPNA tem desempenhado um papel determinante na prevenção, fiscalização e investigação de ilícitos ambientais, atuando em áreas como a defesa da floresta, a proteção da fauna e flora, os animais de companhia, os recursos hídricos e o ordenamento do território. “Com implantação em cerca de 94% do território nacional, o SEPNA garante uma resposta eficaz e próxima das populações”, refere.
Em 2024, dos 6 908 crimes ambientais registados em Portugal, cerca de 73% foram registados pela GNR. Nos últimos cinco anos, foram realizadas mais de 375 mil patrulhas e mais de 675 mil ações de fiscalização, destacando-se os crimes relacionados com a defesa da floresta contra Incêndios e os animais de companhia.
A Linha SOS Ambiente e Território, canal oficial de denúncias ambientais, registou em 2025 um total de 15 546 denúncias, o número mais elevado desde a criação.
O centenário plátano da Quinta da Cruz, em Viseu, foi o exemplar menos votado no concurso “Árvore do Ano 2026”. Os resultados da votação foram dados a conhecer esta segunda-feira (12 de janeiro).
O Cedro de Runa, de Torres Vedras, uma árvore com 75 anos, foi o vencedor com mais de 3 080 votos. O exemplar vai agora representar Portugal no concurso europeu European Tree of the Year, que decorre em fevereiro.
Lista das árvores:
1 - Cedro de Runa (Torres Vedras)
2 - Árvore-de-Borracha-Australiana (Ponta Delgada, Açores) 2 890 votos
3 - Canforeira da ESAC (Bencanta, Coimbra) 1 901 votos
4 - Azinheira da Póvoa (Póvoa, Miranda do Douro) 1 845 votos
5 - Carvalho de Calvos (Calvos, Póvoa de Lanhoso) 1 573 votos
6 - Cedro do Noval (Vale de Mendiz, Vila Real) 1 549 votos
7 - Araucária do Parque Terra Nostra (Furnas, Açores) 1 337 votos
8 - Tulipeiro da Virgínia (Biscainhos, Braga) 1 305 votos
9 - Árvore Mãe da Casa de Mateus (Mateus, Vila Real) 1 303 votos
10 - Árvore do Tanque (Viseu) 1 261 votos
Terminou à meia-noite deste domingo (4 de janeiro), a Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026” da GNR. A operação, que havia iniciado no dia 18 de dezembro, intensificou as ações de patrulhamento, sensibilização e fiscalização com o objetivo de combater a criminalidade e diminuir a sinistralidade rodoviária, por forma a garantir que as festividades e as deslocações decorressem em segurança, em todo o território nacional.
Relativamente à sinistralidade rodoviária, a GNR registou 3 584 acidentes, dos quais resultaram 28 vítimas mortais, 91 feridos graves e 926 feridos leves.
No âmbito da fiscalização rodoviária, a GNR fala em 145 223 condutores fiscalizados, dos quais, 1 448 conduziam com excesso de álcool e, destes, 741 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 262 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.
Das 19 778 infrações detetadas, a GNR destaca 3 081 por excesso de velocidade, 707 excessos de álcool, 506 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças (SRC), 478 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 2 931 por falta de inspeção periódica obrigatória e 828 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
No âmbito da prevenção e sensibilização foram efetuadas, segundo a GNR, 1 736 ações de sensibilização no âmbito do comércio seguro, tendo sido sensibilizados 7 890 comerciantes. Foram ainda visitados 6 317 idosos, no âmbito das ações de prevenção criminal e policiamento comunitário.
No âmbito da criminalidade geral, a GNR registou 78 detidos por tráfico de estupefacientes, 44 detidos por posse ilegal de armas ou armas proibidas e 32 detidos por furto e roubo.
De acordo com informação remetida à agência Lusa, a GNR e PSP registaram, em 18 dias, um total de 6.083 acidentes, dos quais resultaram ainda 127 feridos graves e 1.643 feridos ligeiros.
O bolo-rei é uma das tradições mais antigas e simbólicas do Natal em Portugal. O bolo, de forma redonda e com um buraco no centro, representa uma coroa e está decorado com frutas cristalizadas e frutos secos, simbolizando as jóias de um rei.
A origem do Bolo-Rei está ligada à história bíblica dos Três Reis Magos, que levaram ao Menino Jesus presentes como ouro, incenso e mirra. As frutas e os frutos secos representam esses presentes oferecidos a Jesus.
Em Portugal, o Bolo-Rei começou a ser consumido no século XIX e tornou-se rapidamente uma tradição natalícia. Durante muitos anos, era costume esconder no interior do bolo uma fava e um pequeno brinde. Quem encontrasse a fava teria de comprar o Bolo-Rei no ano seguinte, enquanto o brinde trazia sorte a quem o encontrasse. Atualmente, por razões de segurança, esta prática já não é comum.
O Bolo-Rei é tradicionalmente servido durante todo o período natalício, até ao Dia de Reis.
A Consoada é uma tradição na celebração do Natal em Portugal, realizada na noite de 24 de dezembro, véspera de Natal, quando as famílias se reúnem à mesa para partilhar uma refeição especial e celebrar a união familiar.
A tradição tem origem cristã e está associada à preparação para o nascimento de Jesus Cristo, que se comemora à meia-noite.
O prato principal da Consoada é, tradicionalmente, o bacalhau cozido com batatas, couves e azeite, embora em algumas regiões do país se sirvam outros pratos, como polvo, pescada ou carnes. As sobremesas também ocupam um lugar especial na mesa, destacando-se as rabanadas, os sonhos, as filhoses, o arroz-doce, o pão-de-ló e o bolo-rei.
Após a refeição, muitas famílias trocam presentes e dirigem-se, em algumas localidades, à Missa do Galo. Em algumas casas, mantém-se a tradição de colocar um presépio e de beijar a imagem do Menino Jesus à meia-noite.
A Consoada é, assim, um dos momentos mais simbólicos do Natal português, pois representa a união familiar, a partilha e a preservação das tradições culturais e religiosas.
No âmbito da Operação Natal e Ano Novo da GNR, entre as 00h00 do dia 18 de dezembro (dia em que iniciou), e as 23h59 deste domingo (21 de dezembro), a GNR fiscalizou 31 861 condutores, dos quais, 326 conduziam com excesso de álcool e, destes, 182 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 60 pessoas por condução sem habilitação legal.
Das 5 073 contraordenações rodoviárias detetadas, destacam-se 696 por excesso de velocidade, 144 excessos de álcool, 122 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças (SRC), 125 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução, 691 por falta de inspeção periódica obrigatória e 219 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.
Relativamente à sinistralidade rodoviária, a GNR registou 927 acidentes, dos quais resultaram três vítimas mortais, 16 feridos graves e 232 feridos leves. As vítimas mortais ocorreram nas zonas de Torres Vedras, Coruche e Garvão.
Em época festiva, o Governo concede tolerância de ponto aos trabalhadores com funções públicas nos dias 24, 26 e 31 de dezembro, mais um dia do que nos anos anteriores pelo facto de o Natal ser celebrado a uma quinta-feira, e a tolerância ser alargda ao dia de sexta-feira, permitindo um período de pausa mais alargado aos funcionários públicos.
A medida abrange trabalhadores “dos serviços da administração direta do Estado, sejam eles centrais ou desconcentrados, e nos institutos públicos”, segundo o despacho assinado, esta quinta-feira (18 de dezembro), pelo Primeiro-Ministro Luís Montenegro.
Segundo o despacho, ficam excluídos os serviços e organismos que, "por razões de interesse público", devam manter-se em funcionamento, cabendo a definição desses casos ao respetivo membro do Governo. A dispensa será concedida a esses trabalhadores em data posterior a definir.
A GNR iniciou esta quinta-feira (18 de dezembro), a Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”, que se prolonga até ao dia 4 de janeiro, com o objetivo de reforçar o sentimento de segurança dos cidadãos, através de ações de prevenção, patrulhamento e fiscalização, em locais de festividades, zonas comerciais e rede viária nacional.
Com a operação, a GNR pretende a diminuição da criminalidade geral, através de ações de sensibilização e patrulhamento e o reforço do policiamento, assim como a diminuição da sinistralidade rodoviária, como explica o Major André Batista da GNR de Viseu.
Durante o período de Ano Novo (entre o 27 de dezembro e 4 de janeiro), a GNR intensifica o patrulhamento em locais de festividades e concentração de pessoas, zonas residenciais, de diversão, comerciais e industriais, também com o objetivo de garantir a segurança e tranquilidade pública.
A GNR aconselha a população que quando se ausentar de casa, por vários dias, deve informar a autoridade policial da zona de residência, para que consiga orientar o patrulhamento para esses locais, se tiver instalado um sistema de alarme em casa ou no estabelecimento, verificar se está devidamente ligado antes de sair, evitar o crime de oportunidade, não deixando portas e janelas abertas e não deixar indícios ou sinais na porta, nas janelas ou na caixa de correio que indiquem a ausência.
Os militares estão também atentos aos comportamentos de risco dos condutores, nomeadamente o excesso de velocidade, a condução sob o efeito do álcool, manobras perigosas, a correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, mudança de direção e cedência de passagem, a utilização indevida do telemóvel, a circulação correta na via mais à direita em auto estradas, itinerários principais e complementares, bem como a incorreta ou inexistente utilização do cinto de segurança e dos sistemas de retenção para crianças.
Entre esta segunda-feira e o próximo domingo (15 a 21 de dezembro), a GNR, no âmbito do planeamento anual efetuado pela RoadPol, realiza uma operação de fiscalização intensiva da condução sob efeito do álcool e substâncias estupefacientes ou psicotrópicas. A iniciativa tem como objetivo promover comportamentos mais seguros por parte dos condutores e diminuir a sinistralidade rodoviária grave, em todo o território nacional continental.
A Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol) é uma organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e a aplicação da lei nas estradas. Estas operações, de âmbito europeu, têm como principal finalidade a criação de um ambiente rodoviário mais seguro através de uma intervenção simultânea sobre as principais causas de acidentes procurando, desta forma, influenciar positivamente os utilizadores, levando-os a adotarem condutas que privilegiem comportamentos mais seguros.
Segundo a GNR, a condução sob efeito do álcool ou substâncias psicotrópicas é um fator de risco que tem sido objeto de uma atenção crescente nas políticas de segurança rodoviária ao nível europeu. No ano de 2025, até ao dia 30 de novembro, foram fiscalizados pela GNR 1 705 756 condutores, tendo culminado em 12 506 detenções por condução sob o efeito do álcool e 76 por condução de veículo sob influência de substâncias psicotrópicas, estupefacientes ou produtos análogos.
Entre esta segunda-feira e o próximo domingo (de 17 e 23 de novembro), a GNR realiza, em todo o território nacional, uma operação de fiscalização rodoviária, direcionada para os veículos pesados de mercadorias e de passageiros, orientando as ações de fiscalização para as vias mais críticas e onde se verifique um maior volume de tráfego deste tipo de veículos.
O objetivo da operação é garantir o cumprimento da legislação europeia, as condições de segurança no transporte de pessoas e mercadorias e a deteção de infrações tendo em vista um ambiente rodoviário mais seguro. A fiscalização de pesados de passageiros e mercadorias assume também um papel essencial na prevenção de acidentes com este tipo de veículos, normalmente bastante gravosos e com fortes impactos na circulação rodoviária.
Esta operação decorre no âmbito da Rede Europeia de Polícias de Trânsito (RoadPol), organização que foi estabelecida pelas polícias de trânsito da Europa, com a finalidade de melhorar a segurança rodoviária e o cumprimento das normas rodoviárias.
Numa altura em que a depressão Cláudia começa a dar algumas tréguas na região de Viseu, entre quarta e esta sexta-feira (de 12 a 14 de novembro) foram dezenas as ocorrências registadas na região, desde quedas de árvores e de estruturas, assim como inundações e deslizamento de terras.
Já a nível nacional, e de acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), no mesmo período, houve a registrar 2434 ocorrências devido à situação meteorológica adversa.
As zonas mais afetadas foram a Península de Setúbal (577 ocorrências), Grande Lisboa (265) e o Algarve (251).
Entre as ocorrências, a ANEPC realça 1357 inundações, 442 queda de árvores, 264 limpeza de vias, 182 queda de estruturas, 171 movimentos de massa, nove salvamentos aquáticos e nove alvamentos terrestres.
Há a registar, ainda, duas vítimas mortais em Fernão Ferro (Seixal) e um total de 32 pessoas deslocadas nos concelhos de Abrantes, Salvaterra de Magos, Seixal e Pombal.
Segundo a ANEPC, na resposta estiveram empenhados 7682 operacionais, apoiados por 2947 veículos.
Esta terça-feira (11 de novembro) é celebrado o Dia de São Martinho, em que a tradição “exige” a realização de um magusto. As pessoas reúnem-se para comer castanhas e, como manda a tradição, beber vinho novo ou jeropiga.
Mas, o Dia de São Martinho surgiu da lenda que conta que um soldado romano chamado Martinho estava a caminho da terra natal quando encontrou um mendigo. Como estava muito frio, Martinho rasgou a capa em dois e deu uma metade ao mendigo.
Perante a atitude bondosa de Martinho, o tempo melhorou e aqueceu, dando o mote para o “verão de São Martinho”.
No dia de S. Martinho, vai à adega e prova o vinho.
No dia de S. Martinho, castanhas, pão e vinho.
No dia de S. Martinho, fura o teu pipinho.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP têm nas estradas da região e do país mais uma campanha de segurança rodoviária “Taxa Zero ao Volante”, inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025.
A iniciativa, que iniciou esta terça-feira (4 de novembro) e decorre até à próxima segunda-feira (10 de novembro), alerta os condutores para os riscos da condução sob a influência do álcool.
Segundo as autoridades, em Portugal, em 2023, um em cada quatro condutores falecidos em acidentes de viação apresentava uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 0,5 g/l e três em cada quatro destes condutores tinham uma taxa igual ou superior a 1,2 g/l. Do total das vítimas de acidentes de viação autopsiadas, 23% apresentavam uma taxa de álcool no sangue superior ao limite legalmente permitido, das quais 73% excediam a taxa considerada crime (≥1,20 g/l).
A campanha integra ações de sensibilização e operações de fiscalização com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário, de forma a contribuir para a diminuição da sinistralidade e a adoção de comportamentos seguros, por parte dos condutores, no que respeita à condução sob a influência do álcool.
Entre esta sexta-feira e domingo (de 31 de outubro a 2 de novembro), altura em que se assinala o “Dia de Todos os Santos”, a GNR intensifica o patrulhamento nas estradas com maior fluxo de tráfego em todo o território nacional continental, com o objetivo de reduzir a sinistralidade, garantir a fluidez do trânsito e apoiar todos os utentes das vias, proporcionando-lhes deslocações em segurança.
Durante o período da operação, a GNR desenvolve uma ação coordenada de policiamento geral, combate à criminalidade, patrulhamento e fiscalização rodoviária, com vista a assegurar que as deslocações decorram em segurança e a contribuir para a redução dos índices de sinistralidade rodoviária.
A GNR apela a todos os condutores para que adotem uma condução prudente e responsável, tendo em especial atenção os seguintes comportamentos: cumprir as regras de trânsito, especialmente nas manobras de ultrapassagem, mudança de direção, inversão do sentido de marcha, cedência de passagem e manutenção da distância de segurança; utilizar corretamente o cinto de segurança e os sistemas de retenção para crianças; não utilizar o telemóvel durante o exercício da condução; adequar a velocidade ao tipo de estrada e às condições de circulação e abster-se do consumo de bebidas alcoólicas ou substâncias psicotrópicas antes ou durante a condução.
Na madrugada deste sábado para domingo (25 para 26 de outubro), Portugal entra no horário de inverno. Às 02h00, em Portugal Continental e na Madeira, os relógios devem ser atrasados uma hora. Nos Açores devem atrasar uma hora à 01h00.
A mudança para o horário de inverno acontece todos os anos no último domingo de outubro. Os dias escurecem mais cedo.
O horário de inverno termina no dia 28 de março de 2026, último domingo de março, altura em que regressa o horário de verão.
O dia de sexta-feira (24 de outubro) fica marcado pela greve geral dos trabalhadores da Administração Pública. A educação e a saúde devem voltar a ser as áreas mais afetadas, mas outros serviços, como repartições públicas, também são abrangidos pelo protesto. Nas escolas, a greve é dos professores e do pessoal não docente.
A greve foi convocada pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional, Empresas Públicas, Concessionárias e Afins (STAL) e pela Fenprof (Federação Nacional dos Professores).
Os sindicatos reivindicam melhores condições salariais, reforço dos quadros de pessoal e revisão das carreiras.
Francisco Almeida, coordenador do Sindicatos dos Professores da Região Centro, espera uma forte adesão no distrito de Viseu.
Já da parte do STAL, Joaquim Gouveia, coordenador distrital do sindicato dos trabalhadores das autarquias, espera também uma forte adesão, em maior número dos operacionais das escolas.
Esta semana fica marcada por greves em vários setores da função pública e dos médicos. Os agentes da PSP iniciam esta terça-feira quatro dias de protesto. Para quinta-feira, a paralisação é do pessoal não docente e na sexta-feira juntam-se também os professores. Várias escolas podem encerrar. Também os serviços das Finanças, Segurança Social e Registos e Notariado devem sofrer constrangimentos.
Na saúde, os médicos também aderem à greve na quinta e sexta-feira, levando ao adiamento de consultas e cirurgias.
Os sindicatos exigem aumentos salariais e no setor da saúde reclamam a revisão das grelhas salariais e a valorização da carreira médica.
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP têm nas estradas da região e do país, desde esta terça-feira (14 de outubro), mais uma Campanha de Segurança Rodoviária “Viajar sem pressa”. A atividade está inserida no Plano Nacional de Fiscalização (PNF) de 2025.
A decorrer até à próxima segunda-feira (20 de outubro), a campanha tem como objetivo alertar os condutores para os riscos da condução em excesso de velocidade, dado que esta é uma das principais causas dos acidentes nas estradas e é responsável por cerca de 60% das infrações registadas.
“Importa lembrar que a probabilidade de existirem vítimas mortais aumenta em função da velocidade a que circulam os veículos”, alertam as autoridades.
“Por exemplo, num atropelamento se um veículo circular a 30 km/h, a probabilidade das consequências de um atropelamento serem mortais é de 10%. Aumentando a velocidade para 50 km/h, a probabilidade passa a ser de 90%”, explicam.
A campanha “Viajar sem pressa” integra ações de sensibilização, operações de fiscalização com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário.
Segundo a GNR, a velocidade é a principal causa de um terço de todos os acidentes mortais. Quanto mais rápido conduzimos, menos tempo dispomos para imobilizar o veículo, quando algo de inesperado acontece e numa viagem de 20 km, aumentar a velocidade de 50 para 60 km/hora, permite ganhar apenas quatro minutos. “Viaje sem pressa”, aconselham as autoridades.
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