Em 2025, o Teatro Viriato, em Viseu, continua a celebrar os 25 anos com uma programação diversificada, composta por 45 atividades que incluem música, teatro, circo contemporâneo, dança, artes visuais e cinema.
“A programação desta primeira temporada de 2025 pauta-se por dar continuidade ao compromisso com a abertura, diversidade, inclusão e liberdade artística. Num trabalho contínuo sempre atento às vozes do nosso tempo”, afirma o diretor de programação, António Cabrita.
Das 45 sugestões culturais, quatro são estreias (“Oz ou a Estrada?”, “Três Tempos”, “K Cena” e “O interior” outras histórias dos lugares através da música – Capítulo 1 Viseu”), oito são coproduções e duas encomendas (“O teatro também é a nossa casa” e “O interior” outras histórias dos lugares através da música – Capítulo 1 Viseu”).
Também este ano, o Teatro Viriato reafirma o compromisso com as artes visuais, através de uma programação de exposições que explora o diálogo entre história, imaginário e contemporaneidade. Na temporada de janeiro a julho, é possível ver a exposição “O Teatro também é a nossa Casa”, da artista Ângela Rocha, no dia Tendo em conta a premissa da exposição, o Teatro Viriato irá desenvolver uma ação de mediação que pretende chegar a cinco mil viseenses, através das caixas de correio. Nas suas casas irão receber a chave do Teatro Viriato, num posicionamento claro de que o Teatro Viriato é de todos. As chaves poderão ser utilizadas para manusear os compartimentos da exposição e descobrir o que cada um esconde. Qualquer pessoa poderá também requerer a chave na bilheteira do Teatro Viriato.
Ainda na temporada até julho, o Teatro Viriato disponibiliza oito coproduções: “Os demónios não gostam de ar fresco”, (01 março) um espetáculo com direção de Albano Jerónimo e Cláudia Lucas Chéu; “Oz ou a Estrada?”, (27 e 28 março) uma estreia da companhia Ardemente, a partir da adaptação de “O Feiticeiro de Oz”; “Três Tempos”, (11 abril). um projeto do Teatro Viriato da Culturgest (Lisboa) e do Theatro Circo (Braga) na área musical para jovens; “Os Gigantes” (30 abril), uma cocriação de Victor Hugo Pontes e a Dançando com a Diferença; “O Centro do Mundo” (08 a 10 maio), uma experiência imersiva em realidade virtual de Ana Borralho e João Galante; “Museu do Falso” (21 maio), do Projeto Património / Memória Comum.
Foto: Dão Digital