Desde esta terça-feira (07 de janeiro), os guardas florestais da GNR estão em greve por tempo indeterminado.
De acordo com o Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil, com sede em Viseu, o protesto é justificado com a ausência de resposta por parte do Ministério da Administração Interna (MAI), sobre o início das negociações com vista à Integração na Carreira Militar.
Alexandre Carvalho, presidente do sindicato, refere que a reivindicação já é antiga, desde 1998, e que apesar de ter sido prometido pelos diversos governos nunca foi concretizada.
O Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil exige ao Ministério da Administração Interna a indicação de uma data com a maior brevidade para a abertura das negociações.
Foto: GNR