Entre 01 de janeiro e 30 de junho deste ano, foram registados, nas estradas nacionais, 17.941 acidentes com vítimas, dos quais resultaram 225 vítimas mortais, 1.371 feridos graves e 20.724 feridos leves.
Os números foram dados a conhecer, esta quarta-feira (12 de agosto), pelo Ministério da Administração Interna.
De acordo com o Governo, face ao período homólogo de 2025 houve a registar mais 23 vítimas mortais (+11,4%) e mais 89 feridos graves (+6,9%).
Já na frequência de acidentes com vítimas e feridos leves, o saldo fixou-se em reduções de 0,7% e 2,1%, respetivamente.
As zonas urbanas são as que concentram a maioria dos acidentes, com 63,9%. Estes concentraram 32,9% das vítimas mortais e 47,1% dos feridos graves.
Nos atropelamentos, observou-se um agravamento da mortalidade, com um aumento de 121,4% nas vítimas mortais (passando de 14 para 31) e um aumento de 2,8% nos feridos graves, apesar da redução nos acidentes (-3,0%) e nos feridos leves (-2,8%).
Nas estradas nacionais ocorreram 18,4% dos acidentes, com 28% das vítimas mortais. Nas autoestradas, registaram-se 6,3% dos acidentes, com 11,1% das vítimas mortais.
Para inverter a subida da mortalidade e do número de feridos graves nas estradas portuguesas, o Ministério da Administração Interna, em conjunto com a GNR, a PSP e a ANSR, refere que vai continuar a implementar medidas com objetivos quantificados e cujos resultados serão acompanhados em permanência.
Entre as principais ações está o reforço da fiscalização já planeada em função dos locais e horários em que se observa maior concentração de
O Ministério da Administração Interna considera que a segurança rodoviária não é uma responsabilidade isolada, exige um esforço e um compromisso de todos. Do Estado, das autarquias, das entidades públicas e privadas e de cada cidadão.