No último fim-de-semana de junho, 272 pessoas dos concelhos de Sátão, Mangualde e Santa Comba Dão receberam a administração do Sacramento do Crisma, pelo Bispo de Viseu, D. António Luciano.
Na Igreja Paroquial de Sátão, foram crismados 77 jovens e adultos, provenientes das comunidades paroquiais de Ferreira de Aves, Mioma, Rio de Moinhos, Romãs, São Miguel de Vila Boa, Silvã de Cima, Silvã de Baixo, Vila Longa e Sátão, bem como das paróquias de Côta e Mundão.
Na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde, foram 135 os candidatos vindos de Alcafache, Canas de Senhorim, Chãs de Tavares, Cunha Baixa, Espinho, Fornos de Algodres, Fornos de Maceira Dão, Lobelhe do Mato, Mangualde, Mesquitela, Moimenta de Maceira Dão, Quintela de Azurara, Santiago de Cassurrães e São João da Fresta.
Já na Igreja Paroquial de São Joaninho (concelho de Santa Comba Dão), receberam o Sacramento 60 crismandos naturais desta comunidade e de Treixedo, Couto do Mosteiro, Santa Comba Dão, Vimieiro, Pinheiro de Ázere e São João de Areias.
Nas homilias, o Bispo realçou a importância de todos os batizados serem chamados a cultivar uma verdadeira hospitalidade do coração, seguindo o exemplo de Cristo, lembrando que a fé se vive no encontro com Deus e com os outros, através de gestos concretos de amor, atenção e disponibilidade.
Alertou também para a importância dos ensinamentos presentes na Encíclica do Papa Leão, ‘Magnifica Humanitas’, como caminho de reflexão e compromisso cristão, convidando todos a viverem uma fé mais envolvida em Cristo, aberta ao próximo e marcada pela caridade e pela importância do cuidado das relações humanas, que devem ser marcadas pela escuta, diálogo, proximidade e relação. Uma relação que deve ser “com Deus, com a família e com cada um”.
Ao recordar a recente tragédia na Venezuela e todos os povos em guerra, “num mundo fragilizado”, o Prelado pediu orações e convidou todos a permanecerem vigilantes, comprometidos na construção da paz e disponíveis para serem sinais de esperança, solidariedade e fraternidade junto dos que mais sofrem e dos mais vulneráveis.
D. António Luciano apelou, ainda, a todos os crismados que se disponibilizem para participar ativamente na comunidade paroquial.